31/05/2020

Rádio Progresso FM já tem o seu novo diretor


Segundo fontes, o novo diretor da Rádio Progresso FM de Arari será o radialista João Batista Ericeira Silva das Mercês (João Ericeira). O comunicador exercerá a função que o saudoso César Abusales exercia.
A Rádio Progresso é comunitária e de longo alcance social. Cabe a João Ericeira conduzir os trabalhos da rádio.
Cabe ressaltar que o novo diretor da rádio já trabalhava na rádio e também exerce funções de Comunicação na Prefeitura Municipal.
Desejamos ao radialista sucesso e que desenvolva profícuo e exitoso trabalho frente a esse novo desafio.  


Nada será como antes!


Precisamos nos cuidar, pois cada um fazendo a sua parte poderemos evitar que o mal seja ainda pior.
Todos já sabemos, até por exaustão, que devemos evitar aglomerações, contatos sociais de maneira geral, mesmo sem perdermos o bem-querer de uns com os outros. Aliás, é nisto que devemos renovar nossos abraços, por vezes recolhidos e doloridos!
As medidas do governo do Maranhão são, a meu ver, politicamente corretas e responsáveis diante do problema da pandemia. E qualquer governante que coloque a vida em primeiro lugar merece meu crédito, independente a que sigla pertença ou a que religião frequente ou simpatize.
Penso que politizar o sofrimento dos outros com alucinações, chavões e histerias não ajudarão em nada, muito pelo contrário, desarmonizam.
Antes de qualquer juízo, informo que meu Blog não é patrocinado, e se fosse não incorreria em nenhum ilícito, desde que, postando verdades, como sempre faço.
Precisamos manter firmes nossos cuidados com a nossa vida e com a dos outros, seguindo orientação das autoridades. Queremos e devemos trabalhar, a vida deve ser a prioridade em sociedades de humanos.

O amor é o sentimento mais importante!

PENSAMENTO DO DIA: PENSAMENTO DO DIA: Julgar sem conhecer, aceitar-se indiferente por conclusões precipitadas, isolar-se e não abraçar o irmão são fatores que nos remetem à solidão e vazios interiores. O amor ao próximo nos alimenta e preenche nossos vazios. (Nilson Ericeira)

Dizeres da multiplicação


Aquele riso e aquele amor.
A dor.
O encontro, o abraço, a alegria.
Amor.
A fala, a explicação, o conhecimento.
Interação.
O amor no coração.
A admiração, dizeres, multiplicação.
Centelha, animação, ilusão.
Paixão.
Um filme, a fita, o olhar, a lágrima,
Desfaçatez.
O silêncio, a despedida, o fim.
A semente, a esperança, a proliferação.
As sementes, os canteiros,
Esse amor que é vida no coração.

Nilson Ericeira

30/05/2020

PARA ALGUMA REFLEXÃO SE COUBER: O nome do que é sagrado em nada se harmoniza com insultos, palavras de baixo calão, histerias, homofobias, preconceitos e disfunções psicológicas. (Nilson Ericeira)




Uma amizade muito forte: um amor inquebrantável!

Num passeio no Curral da Igreja - Arari - MA

O prisioneiro do amanhã


Cegará seus olhos quando a sua liberdade cessar
Quando seus lábios calarem
Em seu cárcere rodeado de homens inúteis
O prisioneiro do amanhã é fechado em si mesmo
Com dores enormes e solidão
Assim como já não terá asas
E com seus pensamentos absortos não voará
Não sentará, não avistará o céu, pois preso em si
De asas feridas, coração partido e preso
Sufocado pelo que não fez e por omissão
Procura ver a luz da caverna
Mas emoldura-se de sua prisão
Pois cercado e ceceado de si mesmo
Os dias passarão sem que se tocasse do amanhã
Sem que se formasse em ideologias, religiões e convenções
Tornou-se um pária em todos os sentidos
E amarga em dias de solidão
Sobram-lhe os seus versos pretensiosos
Pois pode até ser que um dia aprenda outra vez a voar...

Nilson Ericeira

PONTO DE VISTA III - O que há por trás da opinião!


Erramos quando avaliamos a postura do atual presidente da República ao bel prazer de nossas paixões. Erramos mais ainda quando entendemos que supostos erros do passado justificam os outros. Erramos muito mais quando condenamos sem provas materiais disponíveis, isto em todos os sentidos da vida humana.
Mas o que parece, todos nós em algum momento de nossas vaidades, arvoramo-nos de sentenciadores, verdadeiros prolatores de sentenças ou acórdãos! E até condenamos...
Entre o juízo de valor que fazemos das pessoas e seus atos e a condenação há um bom caminho legal a ser percorrido.
Tenho pensado que as nossas paixões perturbam a racionalidade o que no faz enxergar só o que o nosso sistema emocional determina, portanto, em agindo assim, não temos condições de fazermos uma análise que mais se aproxime da realidade. Para analisarmos um fato, antes até de determinados o objeto de nossa reflexão, temos que nos abster de paixões e, nesse sentido, temos a plena consciência de que não estamos defendendo apenas o que preenche o nosso ego. A realidade é que nem tudo é da forma que falamos ou desejamos.
Quando adotamos uma tese de acusar ou defender um ou outro – seja quem for – colocamo-nos de forma emocional e, dessa maneira, jamais faremos uma análise isenta e desprovida de vocação por um dos lados! Mas sei não é fácil.
Nossas preferências são normais e, por isso, devem ser respeitadas, porém deveremos sempre ter o cuidado de não nos afogarmos em paixões apressadas que nos colocam na vala comum de repetidores de discursos que só agradam a nós mesmos e, por vezes, ajudam a sustentar injustiças, alimentam o ego dos que o querem sempre inflado, não importando a forma.

29/05/2020

PARA ALGUMA REFLEXÃO: Quando a moralidade não passa de estética ou fuga é porque a pessoa que aparenta integridade não tem vestes morais e é impiedosa ao subtrair as vestes alheias. (Nilson Ericeira)

Pátria pária IV


No abismo de preferência inócuas
E surfa na onda do ódio
Indiferente a dores, hores, tremores, rumores...
Em metástase tuas feridas já sangram
Mais sepulturas a céu abeto se abrem
Em nome de um deus: à desordem, o caos!
Psiu, silêncio: o monstro está falando
A vociferar asneiras e tolices
Ameaça até o demo
Já que a ‘cracia’ desfalece
O mito-pornográfico e fônico
Então, viva o ‘palhaço’!
E emana do povo uma liberdade de estábulos
E eu não sou menos imbecil, pois assisto a tudo omisso
Porque me vejo numa pátria que sangra
Fede o fedor da boca podre
Enquanto o sanguinário lava as suas mãos com sangue inocente
Apressa-te oh minha Pátria
Não te deixes levar ao abismo
Ignores o ser de uma pátria pária
E te restabelece ao brio de uma Nação
Pois de teu povo, tão diferente,
uns ainda haverão de sobrar

Nilson Ericeira

Meus amores!

Porque me constituo em humanismo
Amor e vida
A quem devo os meus créditos em DNA
E sou a fórmula de quem só aprendeu amar
Em cujas virtudes me espelhos
Aliás, sou reflexo
Da voz que em mim reverbera
De quem sou asas
Asas para amar o próximo
Meu céu de muitos tons
E sentido da minha vida
De quem tenho a voz mais sublime
A voz do meu coração
De onde tiro inspiração pra viver e ser justo
Com que aprendi a ser justo
E que sempre me indicam os melhores caminhos
E se sou, estou ou serei, ei de amá-los para agora e sempre
As pessoas do meu amor
O meu verbo em todas a conjugações
Meu sentido de amar mais que perfeito
Acho que sem vocês não saberia viver
Não aprenderia os caminhos
Nem encontraria a luz
Nem ar eu teria
Nilson Ericeira

Três irmãs muito dignas!


Aliás, elas todas são cúmplices numa relação de amor cujos ensinamentos derivam da educação familiar.
Passei cinco anos sendo testemunha dessa união inquebrantável em que uma e outra se visitavam todos os dias.
Uma relação maravilhosa de todos os filhos de Casilda (Mãenzinha) e Pedro Ericeira (Paizinho).
O que é bom tem que ser expressado e se possível, repassado em forma de valores.
Blog do Jornalista Nilson Ericeira - Usina de Ideias.

Amor de pai!

Ponto de vista II


Já ouvi várias opiniões sobre o momento atual. Ouvi até que este é o pior momento para aprendermos boas lições. Aprender pela dor!
Exponho aqui o direito de comunicar e deixar as minhas impressões sobre o que penso e de algumas reflexões de conversas em aparentes monólogos. Não resta a menor dúvida que nenhum de nós gostaria de aprender com o Corona vírus e consequente Covid-19, mas nem que não desejemos, marcas ficarão para sempre.
Será que alguém é capaz de montar uma lousa para nos repassar ensinamentos sobre a nossa própria morte! Ou simplesmente no taxar de velhos, expondo-nos à fila dos que podem ser descartados!
O homem é mortal, portanto, morre! Nenhuma novidade, pois a certeza da morte é dos mortais, porém esta pode ser apressada ou negligenciada, dependendo das circunstâncias. Não nos preparamos nem em nível de consciência crítica, para exercermos a busca da cidadania, uma vez que esta não temos. O desafio é, caso escapemos com vida, que os nossos governantes aprendam também com a omissão dos anos que passaram antes da epidemia.
Estas lições são preparadas antes do tempo presente... Com a omissão também se aprende de como sair da inércia, mesmo em palavras de retórica, eloquentes, por assim entender.
Todos precisamos do aparato de saúde e vez ou outra nos deparamos com situações de extremo desespero. Políticas como as de educação, saúde e segurança, antes tentarem particularizarem, montar empresas, visarem essencialmente ao lucro, são essencialmente púbicas. Estas não podem e nem deveriam ser negadas, pois constam até na visão mais esdrúxula dos ‘defensores’ do Estado mínimo.
O certo que umas das lições que já aprendemos, é que pelo menos neste aspecto, estamos de acordo. É possível fazer um hospital em poucos dias; montar UTIs em fração de horas; adquiri equipamentos com mensagens ultrarrápidas e depois pousarmos para foto, sem lenço, sem máscara e sem documentos!
Olha, não podemos deixar cair a máscara!


PENSAMENTO DO DIA: Uma das bases das relações humanas é enxergarmos todas as pessoas de forma igual, respeitando suas diferenças e visões ideológicas, seja de natureza for. Pois ninguém é obrigado a seguir um pensamento único e ‘infalível’, mas quando discordarmos, que o façamos com embasamento e respeito. (Nilson Ericeira)

28/05/2020

PARA ALGUMA REFLEXÃO: Paixões exacerbadas nos fazem perder a audição, o olfato, o gosto pelo que humaniza, a sensibilidade, a razão e a percepção de maneira geral. O mais grave ainda é que, com o passar do tempo, nos tornamos cegos e invisíveis dentro da nossa redoma de paixões espúrias e prejudiciais à humanidade. (Nilson Ericeira)

Nas ondas que o amor me levar


Corre, corre, corredeira quero só ver onde vai parar
Bate, bate coração e deixe-me ver onde essa maresia vai dá
Quero ir bem longe onde o meu pensamento der
E me deixar navegar na onda que esse amor me levar
Navegar nas águas de mim e onde o amor desaguar
Deixe-me nascer no nascedouro dessas águas que me encantam
Ah mais que saudade esse tempo me dá
Enquanto viajo em pensamentos busco um chão firme ancorar
Mas enquanto não avisto terra firme,
percorro no oceano e no mar
Em terra firme quero no teu coração outra vez
Desaguar!
Corre, corre, corredeira me leva de novo pro mar
Corre, corre, corredeira me leva pra os braços dela pra amar

Nilson Ericeira

Doutor Pires Neto!


Gostaria de parabenizar o doutor Pires Neto pela outorga da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção Maranhão.


Parabéns doutor!


O evento de outorga aconteceu de forma remota numa cerimonia atípica, pois em razão da pandemia. Ainda assim, não tirou o brilho, a formalidade, a responsabilidade, a emoção e a grandeza que esse tipo de solenidade proporciona.
Com a inclusão do doutor Pires Neto no mundo do direito, o Maranhão e o Brasil ganham com a inteligência, perseverança, vontade de vencer e, sobretudo, a sua vocação por justiça. Em pouco tempo, não tenho dúvida, será um dos grandes advogados.
Sou suspeito, pois enxergo neste jovem advogado, valores os quais são transcritos por uma história de experiência de quem observa tanto o protagonista da cena quanto os seus expectadores. Nós: na cena principal ou na bancada, agora, o aplaudimos.
Que Deus lhe dê capacidade para vencer e fazer desta profissão um instrumento para fazer valer a Justiça por meio do Direito.
Eu se bem que posso imaginar a sua alegria, pois sou testemunha, e bem posso imaginar mais ainda a alegria de seus pais, filhos, ou melhor, filhas, esposa, amigos e outros familiares que te amam e admiram!
Aceite o abraço deste velho amigo.
Nilson Ericeira

Ponto de vista I


Eu tenho lido e assistido e escutado a quase tudo que se passa na ordem política nacional, mas nunca na História do Brasil eu tinha visto tanto desrespeito com a imprensa. Eu não falo de pessoas que usam da mídia social sem prerrogativas funcionais, falo de profissionais da imprensa, daqueles que trabalham e têm vínculos com as empresas de comunicação.
O general Heleno comparou a necessidade de separar os profissionais da imprensa dos manifestantes que vão para ‘o cercadinho’ torcer ou aplaudir, a torcidas de times de futebol.
E disse: “chega de revelar reuniões secretas e botar no ventilador”.
Para Heleno, o ministro da Justiça saiu porque faltou entender a hierarquia.
Informo que esta retranca voltou e, na medida do possível, atualizarei, porém esclareço todas as opiniões serão respeitadas independente da tendência ou preferência, mas aquelas que atentarem contra a honra, a dignidade e a moral, serão retiradas pelo administrador da página.
Blog do Jornalista Nilson Ericeira - Usina de Ideias.


Ponto de vista I

Eu tenho lido e assistido e escutado a quase tudo que se passa na ordem política nacional, mas nunca na História do Brasil eu tinha visto tanto desrespeito com a imprensa. Eu não falo de pessoas que usam da mídia social sem prerrogativas funcionais, falo de profissionais da imprensa, daqueles que trabalham e têm vínculos com as empresas de comunicação.
O general Heleno comparou a necessidade de separar os profissionais da imprensa dos manifestantes que vão para ‘o cercadinho’ torcer ou aplaudir, a torcidas de times de futebol.
E disse: “chega de revelar reuniões secretas e botar no ventilador”.
Para Heleno, o ministro da Justiça saiu porque faltou entender a hierarquia.
Informo que esta retranca voltou e, na medida do possível, atualizarei, porém esclareço todas as opiniões serão respeitadas independente da tendência ou preferência, mas aquelas que atentarem contra a honra, a dignidade e a moral, serão retiradas pelo administrador da página.
Blog do Jornalista Nilson Ericeira - Usina de Ideias.

A culpa é da imprensa pelos desmando do desgoverno de Bolsanaro! Era só o que faltava. (Nilson Ericeira)

Versos de um amor inútil


Se os meus olhos não te compenetraram
Se minha fala não te convencem
Pois minha comunicação inútil
Minhas letras não te persuadem
Não escutas a voz do meu coração
E nem percebeu meu ser em desejo
Se nada em mim foi capaz de te fazer me enxergar
Eu sei que não foste capaz de amar
Se as minhas lágrimas não te irrigam
Nem a minha solidão te sensibiliza
É porque não fui capaz
Mas sei que meus olhos de enxergam
Meu coração te pede
Minha fala te chama
Meu coração te clama em taquicardias
E todos os dias, meu ser de pede
Meu ser te quer e te ama!

Nilson Ericeira

27/05/2020

Minha biografia ou páginas da minha vida III


Algumas imagens dos anos em que também trabalhei na feira da Cidade Operária. Um momento extremamente difícil, mas como todos os outros, também de grandes conquistas e de aprendizagens e, principalmente, em lições que levarei por toda a minha vida.
Quando começamos a trabalhar na feira, eu meu irmão, professor, filósofo e pastor Riba, a sua esposa Lucilene e a mina esposa Concita, sem experiência e sem capital, lutamos arduamente pela sobrevivência do negócio, mas principalmente para que ajudássemos a manter as nossas famílias de forma digna. É uma história de muitas páginas!
Ali, passei em dois concursos, saindo de um estado de dificuldades para continuar no mundo da informação científica e me tornei um professor. Ao tempo em que trabalhava na feira, estudava para concursos e fazia uma pós-graduação que me foi muito benéfica. Digo isto não parecer, mas para que outras pessoas se sintam motivadas.

PARA ALGUMA REFLEXÃO: A indiferença é pior que a dor, pois a primeira patrocina, provoca e produz outra. (Nilson Ericeira)

Iris de vida


Iris dos meus olhos
Céu do meu amor
Constelações de meus desejos
Sons do meu coração
Razões de vida
De flores, essências e encantos...
Em jardins da vida
Os meus olhos te procuram
Meu coração te pede
Meu ser te ama
Minha alma te procura em mim
Ah se não estás, meu ser é vazio
Minha alma vagante
Meu coração dilacerante
Minha vida: fim...
Mas se te notas num canto de meu ser
Coração é só estímulo
Iris de vida minha
Menina dos meus olhos
Flor do meu coração
Fogo que me faz centelha, fagulha, labaredas e luz
É amor que se faz crescente em luas minguantes
Em castelos distantes
Mas de um amor latente
Amor patente que sobrevive de saudade tua
Ah mulher despida, sonho de vida
Amor de traços insinuantes
Divagante, errante e distante
Enquanto te demoras
Preencho-me de imagens tuas em mim
Ou em aparições de flores no jardim

Nilson Ericeira

PENSAMENTO DO DIA: Antes de qualquer atitude ou ação, antes mesmo de qualquer pretensão, devemos sempre agradecer a Deus por tudo. Não precisa ninguém nos lembrar ou imperativamente nos mandar. Trata-se de uma necessidade essencial, pois amar a Deus é alimento do nosso ser completamente. (Nilson Ericeira)

Minha biografia ou páginas da minha vida

Aqui uma reunião da Seduc, com funcionários da Ascom e de Outros setores, quando a minha posse na Assessoria de Comunicação. Uma verdadeira escola e aprendizados em minha vida, sem os quais não enxergaria o mundo.
Sempre serei grato a todos, desde o primeiro dia, em que fui apresentado na casa do então secretário de Educação, professor Raimundo Medeiros Lobato, onde eu iria trabalhar de serviços gerias na residência dele e, abruptamente, mudou de ideia me conduzindo para o prédio da Seduc, para ser um dos serventes do gabinete do secretário.
Algumas tarefas – lavava os banheiros, limpava o piso e mesas, entregava expediente, fazia serviços de pagamento em banco e repartições, ia a Palácio, atendia telefone, entre outros. Ali fiz boas relações com pessoas boas e generosas que moram no meu coração.
Mas não e uma escola! Lembro que o doutor Nonato Cassas sempre me pedia para ir aprendendo ‘as coisas’, como quem deseja um lugar melhor para um amigo. Tanto que a minha primeira experiência com datilografia fora incentivada por ele. Praticamente aprendi nas salas quando ia varrê-las no final do expediente.
São tantas coisas, mas depois eu conto mais... Ah, a gratidão, óleo que lubrifica o coração todos os dias, tornando-nos capazes de sentir amor no coração.

26/05/2020

PARA ALGUMA REFLEXÃO SE COUBER: Ao não percebemos o óbvio, torna-se difícil ensinarmos boas práticas a alguém. Pois entre nós e o mundo há caminhos... (Nilson Ericeira)

Acesse as nossas mídias


Os caminhos são: no instagran: @_nilsonericeira; no facebook: facebook.com/nilson.ericeira; twiter: @nilson-ericeira e no blog: https://jornalistanilsonericeira.blogspot.com

O abjeto


De boa aparência e muito afeiçoado
Culto até com a palavra sagrada
Mas esta a sangrar com a espada da morte
Vil e traiçoeiro
Enquanto bebe do sangue, vive
Após a refeição, defeca, vomita...
Homem sem vestes, imoral
Nu de seus atos
Estojo do mundo
Ao se alimentar de sangue, suor e escravidão alheia
Regozija-se dos feitos
Mas de alma podre
Ainda que se segure em atalhos
No tribunal do céu, a condenação o espera
Sem recursos e apelação, definhará
Pois após a alimentação que lhe serva, a sobremesa
E em memória fresca restará o cárcere
Pois ser preso em si, pior acórdão não há
Enquanto a casa fúnebre o espera, faz festa
No banquete: lambe-botas,
insanos, insensatos, sem lentes
Assim se faz um abjeto!

Nilson Ericeira

Como vai você


Não escuto mais a tua voz.
Mas preciso saber como vai você.
Não mais me procuras.
Nem mesmo pra desdizer amor.
E nem que seja esse desencanto.
De um amor aos prantos.
Eu preciso saber.
Mas preciso saber da tua vida.
Por onde andas, o que fazes, com quem estás.
É uma loucura essa procura.
Mas preciso saber da tua vida.
Já uso de desculpas pra te ver chegar.
E meu desface já não coloca mais.
Logo percebem que te procuro a todo instante.
E distribuo esse amor tão radiante.
Procuro saber por onde andas.
Me dizes com quem vives, como estás.
Quero saber da tua vida pra poder alimentar amor.
Eu não consigo viver sem você.
Quero novamente olhar nos olhos teus.
Senti amor.
Mas preciso saber se ainda sentes falta de mim.
Eu preciso saber da tua vida.
Pois no peito meu coração é tua guarida.
Mesmo que neste amor tão esquecido.
E ainda queiras esnobar de mim.
Eu preciso saber de você, pois preciso viver.

Nilson Ericeira

Minha biografia ou páginas da minha história


Acreditem, eu liderei esta turma. Cabia-me a distribuição e orientação dos trabalhos da Ascom, num tempo de boa relações, muito trabalhos e bons resultados.
A imagem é de quando exerci a chefia da Assessoria de Comunicação (Ascom) da Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

Da Seduc guardo bons amigos e muito aprendizado. Da Educação, a certeza de que é uma Política de salvação das pessoas, capaz de mudar cenários em que o plantio de boas sementes sempre nos dá bons frutos.
Acesse o Blog do Jornalista Nilson Ericeira - Usina de Ideias.


PENSAMENTO DO DIA: O Poder nos leva a achar que somos melhores que os outros, quando na realidade, apenas estamos tendo a oportunidade de fazer, por meio de ações concretas, o que a procuração que nos foi dada pelo povo nos permite. (Nilson Ericeira)

25/05/2020

A oração do último século

Oh Deus de tantas coisas!
De tanto te pedir Senhor, de ti me abasteço
E de tanto me silenciar
De tanto rir e de tanto chorar
E de me emocionar e de me compadecer
De me ver como ser tão frágil e insignificante
Mas de ti vem o que em mim é bom
Pois o teu amor em mim é fonte
De não conseguir aplaudir o que tantos aplaudem
e entendem engraçado!
De nesta vida ter tido a oportunidade
de querer um mundo mais igual e justo
E pelejar já faz tempo...
E de tantas vezes me emudecer com despedidas
Em coisas tão doloridas!
E logo a tua voz me faz confortar quem precisa
E em outras me alegrar até na alma com as tuas graças
De fazer reflexões que há poucos parecem interessar
Mas que nos afetam a todos
De espalhar-me em amor por obras de justiça
E de nunca negar um abraço
Obrigado Senhor, pelo meu desejo de ser melhor
Pelas fomes de saberes e justiça
E que nunca me seja permitida a insensatez
e insensibilidade dos injustos
Pois, meu ser não suportaria ser menor do que sou

Nilson Ericeira

PARA ALGUMA REFLEXÃO: Os atos ilícitos, com ares de corretos, não serão julgados pelos homens, pois por vezes imperceptíveis, de tão subliminares que são, não vemos a olho nu, mas não escapam dos olhos do Pai. (Nilson Ericeira)

Sem medo de envelhecer!


Não gosto de usar determinados adjetivos, restritivos ou qualificativos quaisquer que sejam para determinar pessoas. Mas em comum acordo com a minha consciência, usarei o termo velho, embora não conceba na minha relação com os humanos, para me referir à pessoa que biologicamente amadurece e chega a melhor idade.

Percebe-se que o termo é usado de forma pejorativo para desqualificar os outros!
Ao desprezarmos o mais velhos estamos mais ou menos apontando o tratamento que gostaríamos de ter quando envelhecermos. E, ainda, estaremos dando um péssimo exemplo de convivência e influenciando pessoas a se comportarem de forma desumana. Entre os defeitos que eu tenho, um destes é não me acostumar com má educação, seja de quem for. Embora em muitos momentos não tenha como não dá ouvido a bobagens. Na minha visão não há causa nobre se o som proferido e a atitude são de péssimas qualidades.
Mas como neste caso me refiro às pessoas que chegaram e as que, caso deus permita, chegarão, não obstante vejo pessoas de boa formação dispensando aos mais velhos o que sobra, o resto por assim dizer. Confesso que envelhecer sendo tratado como coisa ou objeto obsoleto deve fazer muito mal para as pessoas e principalmente a quem nos deu tudo. Portanto, a melhor forma de envelhecer é aquela que encontramos dignidade e respeito.
Parece uma frase feita, mas tão conveniente: o dia de amanhã não nos pertence. Desta base frasal, ou se quisera admitir como tópico, digo-lhes, viver sem que as pessoas nos respeitem, a morte digna será um presente. Da mesma maneira penso que precisamos nos analisarmos nas nossas críticas gerais sem, que, antes façamos a nossa autocrítica. Nesta esteira, vejo que podemos mudar de rumo quando percebemos que agimos errado em relação a nossa relação com a velhice e com que os outros entendem como o fim de um ciclo.


Mais de 500 dias de ócio, palavrões, escamoteios, dissimulações e mentiras!

Por tantos caminhos!

A ceiva do amor


O nosso amor serviu
Aliá, cevou-me no coração,
ser e alma
O meu coração te pede incessantemente
Pois és o meu lastro
Meu rastro, meu signo, meu caminho...
O nosso amor serviu, cevou-me
Levou-me e me conduz em todos os instantes
Vai e volta  a mercê do tempo
Mas serviu para nunca te esquecer
Cevou-me oxigenando meu ser para amar
E me pôs no mundo em poesias
Fez-me bem mais do que sou
Pois um ser que te procuro mesmo sabendo onde habita
Em mim, a cevar de amor meu ser
A me comprazer de tanto querer
E ainda se algumas flores me faltarem
Terei essência tuas em mim...

Nilson Ericeira


PENSAMENTO DO DIA: Entre outras lições, as de que nós já sabíamos: que o Sistema de saúde pública é falho, deficiente, mas ainda assim, necessário. (Nilson Ericeira)

24/05/2020

O fio da navalha

Não, eu não queria pensar
Eu não posso pensar!
Caminho para a demência
Mas antes padeço de impaciência,
descrença, desobediência...
Estúpido eu mesmo me condeno
Penitencio-me por ser um pária
Por ser desobediente e ainda me admirar de quase tudo
Mas, ainda bem!
Pior seria ser um conveniente
Ainda bem não lavo as minhas mãos com sangue
Nem me congelo na mórbida feição dos indiferentes!
Nem advogo para os ditadores
Menos ainda traço linhas para conformar alguém
E o meu jornalismo não ceva a ceva dos usurpadores
Ainda assim, questiono-me
Pois não seria melhor ser levado à deriva?
A ficar a me questionar em versos
Uma vez que em não sendo justo comigo
Silenciaria e ficaria a resignar
Poderei até fingir dormir, mas morto ainda não estou
Mas o que me conforta é saber que posso olhar para os lados
Sem receio, sem descrédito, sem medo do que fiz e faço
Depois que tudo passar, tomara que não me sobre feridas
Pois machucado já estou

Nilson Ericeira

PENSAMENTO DO DIA: Os valores agregados e convencionados pela sociedade nos fazem, às vezes, esquecer pessoas muito importantes para nós. Àquelas que com poucas palavras acalmaram os nossos corações. Todos precisamos ter pessoas assim em nosso círculo. (Nilson Ericeira)

NOTA DE PESAR




O silêncio! A voz, o amor...


Hoje meu coração silenciou após saber do falecimento do radialista César Abusales. Perdemos um amigo, uma pessoa do bem que há muito levava a mensagem de paz, esclarecimentos e solidariedade, numa das mais sublimes formas de dizer que amamos os nossos irmãos.
Deus o tenha meu caro, que os anjos te recebam no céu com anúncio de amor e paz...
Você certamente me diria tantas coisas, pois era assim quando nos encontrávamos, quase não deixava que eu falasse e logo emendava uma informação em cima da outra! Agora, nos despedimos de você com muita tristeza, mas de igual modo, rogamos para que esteja em paz e que Deus o receba na sua misericórdia e imensurável e especial amor.
Arari perde um dos seus melhores cidadãos. Um cidadão que anunciava a cidade todos os dias. Que, mesmo não tendo nascido em Arari, foi contemplado com o título muito merecido de Cidadão Arariense pela Câmara de Vereadores.
E tenho certeza que, Vitória do Mearim, onde também reverberava os seus atos de comunicação e amor ao próximo, também o reconhece e o reconhecerá para sempre, pois não foram poucas as boas ações e grandes obras subjetivas: àquelas da conscientização por meio do verbo e que alcança o maior número de pessoas.
Miranda do Norte e outras cidades vizinhas, onde também fazia reverberar seus atos radiofônicos por meio de uma fala inconfundível, de igual maneira, sentem-se combalidas, pois também encontram ressonância na dor que todos nós sentimos.
Que todos os seus amigos e familiares recebam as nossas mais sensíveis homenagens de pesar, de amor ao próximo e reconhecimento, neste momento em que a Comunicação perde um agente que tecia os fios para formar tecidos contra a desigualdade e nós perdemos um ser humano que reconheceremos para sempre.


23/05/2020

Mídia social e ação religiosa


Painel Arari!

Imagens da nossa professora Zeca Bogea, um ser humano que sabe aliar a educação a relevantes ações comunitárias.
Tenho certeza que muitas pessoas comungam da mesma ideia.
O painel de Arari tem como base reconhecer as pessoas de Arari, sinta-se reconhecida por este editor.
Acesse o Blog do Jornalista Nilson Ericeira - Usina de Ideias.

Radar da mídia

Escutando a entrevista do prefeito Djalma Melo ao Programa Cidadania em Foco, ancorado pelos radialistas Júlio Diniz e Romário de Cássio.

Por muitos caminhos...


Passamos por diversos caminhos e a maioria deles refazeríamos de igual maneira. Bem poucos temos amargas lembranças, nunca pela dificuldade dos próprios caminhos, mas por empecilhos humanos. Pessoas de um caráter muito isolado, pois por alguma pequenez ou frustração própria, por vezes me fizeram mal. Mas como disse, isto não conta.
Para fazermos algo que pretendemos e quando isto visa ao bem comum temos renunciar determinadas coisas. Para tanto precisamos nos despir de nossas vaidades individuais. Quando os resultados são coletivos proporcionam alegria no nosso coração. Há ações aparentemente tão pequenas, mas que são significam, pois visam a mudar a vida das pessoas. A educação nos proporciona esta certeza.
Quando trabalhamos com o propósito de fazer o bem nada nos move e nem moverá de nossa ideia. Boa parte do que não é feito e aumenta o fosso social, destrói a dignidade das pessoas. Quem tem oportunidade de fazer e usa de desculpas ou de cata palavras para ‘justificar’ o que não faz e não fez, é evidente que nada mais é de que uma fuga para omitir responsabilidades. Vejo isto em muitas autoridades, um desnível de fala e ação, mas sempre usando de retóricas, por vezes fraca, para convencer do que não se pode convencer.  O bem pior disso é que muita gente acredita no que falam como se fosse verdade absoluta e acabada.
Vi na minha trajetória, sentir as desigualdades, até porque fui e sou vítima dela, coisas terríveis no campo da insensibilidade, O que fere um e outro não fere os que deveriam trabalhar para amenizar a dor e o sofrimento alheio. Penso que uma das últimas etapas das relações quando deixamos de sentir, perdemos a sensibilidade de perceber que a inação ou omissão de um e de outro, que deveria agir, faz aumentar as desigualdades.
Dos caminhos por que passei os mais que mais tenho na mente são os de que muitas mãos me foram estendidas, pois em todas as vitórias sentir o calor de outras mãos com o mesmo propósito.




PENSAMENTO DO DIA: Não é possível que a minha ignorância não me permita ver o óbvio ou mesmo de só enxergar até onde a minha preferência der. (Nilson Ericeira)

22/05/2020

PARA ALGUMA REFLEXÃO SE COUBER: Ninguém precisa se mostrar ou querer ser mais do que realmente é, pois quem quer nos enxergar nos enxerga em qualquer plano. Quando nos excedemos, incorremos no erro desmedido de nos mostrar mais da medida ou até nos vulgarizamos. (Nilson Ericeira)

As partes de mim

Parte de mim espera a flor nascer
A outra definha para morrer
Uma te espera na porta da rua e é espectro pra amar
Outra se despede da lua
Uma parte de mim veleja...
A outra em chão firme peleja
Uma parte ver o ocaso e até admira
A outra, nostalgia
Uma parte se aparta, segue e viaja
A outra se junta ainda que em pedaços
Uma parte eu enxergo
A outra em devaneios
Pois a vida me divide e tento o tempo inteiro me juntar
Eu não me permito escapar da minha parte mais nobre
Esta é a minha parte de amar!
Por isso que busco a minha outra metade
Talvez não esteja no meu chão ou na minha inspiração
Mas uma delas eu sei onde está
É essa gana, esse desejo de amar
Uma parte de mim é inconclusa
A outra, totalmente reclusa

Nilson Ericeira

PENSAMENTO DO DIA: Precisamos ter como regra básica de nossas vidas o respeito às pessoas, independente das nossas simpatias e antipatias. Mas há quem prefira viver em monólogos. (Nilson Ericeira)

21/05/2020

Asas ou pés


Meus pés sempre estiveram no chão
Meus pensamentos, em nuvens
Sempre fui um andarilho
Já pus os meus pés onde nunca fui
Já naveguei por tantos mares
Já voei por tantos ares
Já até montei cenários do impossível
Mas nunca desistir de lutar
Ainda que os meus pés não me pusessem eu tentei caminhar
Sem nunca perder a esperança no amor
Vi tantas coisas que passaram e as que não passam
Sentir solidão e fome
Mas a sede de querer chegar sempre me foi maior
Às vezes me questionava sobre as verdades
As desigualdades sempre me puseram a pensar
Principalmente quando eu fiz parte desse contexto
Chorei tantas vezes sem me demonstrar
Enxuguei em mim as lágrimas que me vazavam e me atormentavam
Tive medo, mas nem perceberam
Alguns me estenderam as mãos, estas as tenho junto às minhas
É gratidão!
Fui marginalizado e excluído
Aliás, já cheguei ao mundo assim!
Ainda assim, não fiz disso um curso normal
E me pus a contrariar a lógica
Indignei-me comigo e com os outros
Vi-me órfão de Estado
Vi-me um pária, sem graça
Moribundo e nu
Ainda estou e sou
Pois não vejo e nunca vi nisto graça nenhuma
Eu me lembro que criei personagens em mim
Só para dividir agruras na solidão do cárcere
E quando encontrei alguém, um lobo solitário para me devorar
Respondi com o canto dos justos e a celebração da solidariedade
Mas nunca me rendi e nem me rendo
Pois onde meus pés me puseram, as minhas asas também me levaram

Nilson Ericeira

PODE SERVIR PARA ALGUMA REFLEXÃO: Há debates extremamente inócuos, pois nascem desprovidos de conteúdos. Os seus emissores não entendem do que falam e defendem, os fazem por impulsos para se mostrarem de alguma maneira. É como por os pés no caminho sem saber para onde ir... Alguém precisa ligar a luz, acender a lâmpada, por assim dizer. (Nilson Ericeira)

Minha biografia ou páginas da minha vida

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