31/03/2020

Sonho repartido


Quando meus olhos não mais te alcançarem
Quando o meu amor sucumbir
E meu corpo delinguir
Quando em meus sonhos...
Apenas sonhos
Quando eu não mais estiver
Quando o sol não me seduzir
A lua não me mirar
E quando tudo em ti me distanciar
Minas nuvens e minha vida à deriva
Quando não houver mais tempo para te
Dizer
Pra te ouvir, pra te amar...
Aí, já será bem tarde
E por mais que tentes, não mais me ouvirás
Não verás, não escutarás...
Mais ainda assim, posso te declarar que irás para o meu céu
E como um anjo, surgirás em novos sonhos
Mesmo que de teu amor não tenha vivido
Mesmo ainda que outra vida descabida
Só desse amor ‘viverei’

Nilson Ericeira

Projeto de Deus!

PARA REFLEXÃO SE COUBER: O Brasil está perdendo ou enfraquecendo a sua unidade federativa! Uma das bases constitucionais. (Nilson Ericeira)

30/03/2020

Painel Arari!


Gente de casa 'na lente do poeta'

O poeta que via poesia em tudo, deixou-nos em seu acervo fotográfico, centenas de fotos com a mesma leveza de sua inteligência.
Esta é uma das forma de manter viva a história e a memória de meu irmão, o saudoso poeta PC Ericeira.
O poeta que fez de Arari a sua principal fonte de inspiração, que tinha vocação pela Comunicação: falada, escrita, verbalizada, iconográfica e cujo humor e vendo de inspiração em tudo que via, escutava e enxergava.É, enxergava, pois via o mundo com os olhos e com o coração.

Acesse o blog do Jornalista Nilson Ericeira - Usina de Ideias, uma página a serviço do bem.

PENSAMENTO D DIA: O amor é igual uma plantinha que cuidamos todos os dias, que mesmo em tempo adverso, floresce, multiplica-se em sementes e possibilidades de novas vidas e ainda dá frutos. Mas num pequeno descuido, definha, sente e se esvai... (Nilson Ericeira)

Senhora vida


Desculpe-me se sou tão calado
E omito este grito, esta dor
Se desvio dos caminhos
Se o meu riso é antipático
E por que peco por amar
Mas prefiro ser uma besta a ser bestial
Senhora vida, não me deixe esvair...
Desintegrar sem me recompor para amar
Não me deixe despreparar, destemperar
Mas me faça eclodir e gritar esse anúncio que quer me sufocar
Se eu pudesse ser a balança e as medidas
Ou mesmo a justiça
É que tudo parece complexo e errático
Às vezes nos parecemos todos uns lunáticos
Mas eu prefiro ser furta-cor a ser conveniente
É que penso que quem se desnuda à toa não tem vestes moral
Eu que preciso gritar antes eu possa passar mal
O desabafo que expiramos nem ecoa
É preciso ser o meio e a mensagem
E muito mais
Pois esse punhal que atravessa meu peito antes de sangrar,
dilacera
Por isso preciso ser um mudo cheio de mim e dos outros
É, minha senha, perdoe-me por não tê-la assim tão intensamente
E ainda molestar meus irmãos
Eu sei que das flores de que me apoderei,
Muitas se esvaíram no tempo sem que as essências ficassem
Noutras, estações sem fim
Mas ainda que meu peito me obrigue a me intoxicar com meu veneno
Venerarei amor de quem jurei ser cúmplice
E, assim, viverei sem me reprimir dos meus desatinos

Nilson Ericeira

29/03/2020

A vigília e o descuido


Hoje eu pensei que o mundo precisar mudar
As pessoas precisam mudar
Estamos nos comprometendo com coisas que não fazemos nada para cumprir
Vivemos de estética, parece que damos mais satisfação às pessoas que ao nosso Pai
Entendo que precisamos não somente aprender as lições, mas e principalmente por em prática
Muitos de nós sempre fomos indiferentes com a dor alheia
Agora, a dor dos outros dói com igual intensidade em nós e nos ameaça
O mundo passa mal, pessoas agonizam, a ciência em desafio!
O desenvolvimento de inibir fragmentos vivos e sem células que nos devora
Mas em meio a tudo isso, acreditem, ainda há tempo para vaidades!
Há desarmonia e até risos...
Deus nos fez para ser bons, porém também somos um lado podre
Aquilo que tiraram de nós em todos os tempos, agora faz falta a todos
Pois a dor não escolhe classe, não usa de tratamentos diferenciados
A dor também não respeita autoridades!
O nosso ciclo de vida é o casulo de nossas casas
Ouvimos com bastante ênfase que não temos estrutura
E não temos porque não tínhamos antes e fomos indiferentes
Pessoas responsáveis precisam governar
O nosso pouco conhecimento, fragmentado que é,
não deveria servir para estetizar discursos
Por vezes somos uns hipócritas e sabemos do que somos
A nossa indiferença com o que se passa no mundo é o reflexo de nossa ignorância
Agora, percebemos que somos vizinhos
O contrário do que pensam que seremos perdoados porque somos deste país
Seremos perdoados, assim como todos os humanos da terra,
pois somos filhos do Pai
Eu que tanto quis te dá o meu abraço, agora rejeito!
Mas posso transferir em sentimentos de amor
Por esta e tantas razões em tudo que passamos devemos tirar boas lições
De uma hora para outra percebemos que somos tão iguais e tão diferentes
E que devemos recuar de nosso egoísmo e entender que somos frágeis
Que a nossa vida não depende só de nós
E que tudo que realizarmos de nada vale se não houver a consciente e intima aceitação de que ninguém fora lesado
E, assim, seguirmos a vida em paz...

Nilson Ericeira

PARA REFLEXÃO EM QUEM COUBER: Quem tem passado comprometido, mesmo que deste o tenha esquecido, não deveria, até por próprio juízo, desafiar tanto em criticas alheadas pelo seu próprio desconhecimento da realidade. Já imaginou que o que tanto se cobra dos outros tiver assim, um revertério! (Nilson Ericeira)

O nosso abraço hoje é para Terezinha Ericeira

LEITURA ESPECIAL!


Estou lendo o livro: Você pode falar melhor, de Noélio Duarte, leio com prazer e alegria, a Comunicação me é sedutora.
Um presente de um amigo da Seduc, em especial preocupação comigo. Agradeço e engrandecerei.

Portanto meu amigo Alan Jorge, por este e tantos outros motivos sempre lembrarei de você. 
Eu sei que o tempo e a distância nem sempre definem o querer bem, pois a vida nos impõe distâncias físicas, mas não o suficiente para não reconhecermos as pessoas que nos fazem e nos fizeram bem. 

PENSAMENTO DO DIA: O que não nos serve de alimento para o nosso coração, nosso ser, nossa alma, também não serve para nos renovar, nos revitalizar no amor. Não devemos nos permitir passar a vida negando a nós mesmos! (Nilson Ericeira)

28/03/2020

A solidão


Com quem estou
Se estou só, em segundos te busco
Nos meus mundo te vejo
Nos meus mares e velejares
No ar, o teu gosto
No céu de ti, meu amor
Mas vá me busca em mim
Matar saudade,
saciar-me da sede de amar
Oh meu tempo de vida me coloque em multidões,
pois quero dar outros passos,
deixar outras marcas
E te deixar outras pegadas de amor...
Marcas de mim, cicatrizes de dor desta solidão
E assim voar lá no céu desse amor
Passar entre nuvens e só te encontrar meu amor
Porém contigo eu não estou só
Estamos sós, sozinhos nós dois
Nem mesmo na noite em que tudo se fecha
E muito mais na minha constelação
Pois és a voz do meu coração

Nilson Ericeira



Parabéns Evando Piancó


Neste dia, aproveito para parabenizar o nosso amigo Evando Piancó, (Vandinho), forma carinhosa em que nos comunicávamos na nossa Rua Franca em Arari.
Meu caro, que você continue reconhecendo e valorizando as pessoas e que lhe seja permitido continuar buscando recursos para a nossa gente de Arari. Que os seus sonhos sejam realizados, mas antes de qualquer pretensão, que tudo seja com a permissão de Deus.
Aproveito o momento para externar a minha alegria em tê-lo no meu rol de amigos. Obrigado pela conservação da amizade, pelo respeito recíproco, e pela solidariedade aqui comigo e com meus familiares nos momentos difíceis que já passamos.
Pois os amigos e a minha crença em Deus sempre me deram a certeza de que não estou só.
Saiba que sou muito grato por ser seu amigo e estendo a todos os seus familiares e amigos os meus votos de felicidade, pois sei que, assim como eu, o amam. 
Parabéns meu caro!



Embalando para dormir - (Em memórias póstumas de PC Erceira)

Assim fazia todas as noites a minha vó, me embalava para eu dormir. Era uma rede de fio muito confortável, nela os sonhos e o medo se amontoavam. No corredor da sala batida, uma lamparina de murrão e um candeeiro suspenso por um prego. 
As noites eram longas e a temperatura amena, nada de pernilongos ou mosquitos da dengue, tudo era muito original, as ‘estórias’ contadas tinham começo e fim e eram sinceras, na cabeça de minha querida vó Bibi, uma verdadeira biblioteca armazenada pelos caminhos trilhados e experiência adquirida pelos anos vividos.
Quando as ‘estórias’ que ela me contava iam adormecendo, mas o sono me driblava e eu adormecia. Ela saia sem que eu percebesse e o som do vento nas árvores do nosso quintal me conduzia para uma noite de sonhos e fantasias.
Ao fim de mais uma noite, a madrugada genial ia desaparecendo e aparecia com o som da passarada. No quintal enorme da nossa casa, uma voz invadia o meu quarto, era meu avô Eulálio (o nosso Palaio), que com o café no bule me chamava para saborear um bom café com farinha. Nessa passagem da noite para o dia a ‘cabra dacota’ era acionada para retribuir com a comida degustada, era um leite tão puro que complementava o meu mais gostoso e inesquecível café na casa dos meus avós.
O dia naquela época não tinha fim, afinal não existia aparelho televisor nem celulares, os dias eram preenchidos com brincadeiras feitas de galhos de malvas, pata cega, esconde-esconde, peteca, pião, ossos de animais, jogos de botão e de futebol. Falando em jogo de bola, ah, como era contagiante nossos peladas no fim de tarde. Reunidos no campinho na frente da casa de João Pedro, nós moradores do Carne Seca, jovens de todas as idades, realizávamos momentos de lazer jamais esquecidos em nossas memórias. As tardes eram as maravilhas do mundo, as mais importantes para nós, as mais deslumbrantes, sem saber e nem se importar se o dia que ia chegar nem o que íamos comer no dia seguinte. Tudo era muito original, até a bola era original: de bexiga de porco, de meia, de cuia e a mais sofisticada era a bola rei pelé. Uma boal que nunca deixe de imaginar a sua composição, foi a bola que meu pai Crecy me deu de presente, ela era sem câmara, não pulava, mas realizou o meu sonho com o que ele podia. Naquelas manhãs, que me valia mais que anos, meses e segundos era de sonhos e muita alegria, fizemos o maior jogo das nossas vidas, só Pachula marcou dez gols, Alcino, um dos nossos melhores arqueiros, fez defesas iguais ou melhor que Picasso, já Dudé fez lembrar Garricha com seus dribles endiabrados.
As noites, os dias as brincadeiras, o sono embalado pelos cânticos e estórias da minha vó Maria (Bibi), avós e outra a outra mãe que Deus me deu, ‘matacou’ uma vida de felicidade de prazer em conviver e vive uma parte da minha vida.


*Editado pelo jornalista Nilson Ericeira, com esmero e amor, pois na intenção de não tirar a originalidade.

Amor em tempo fungível


E sei que o que sai de mim é essência.
O que fica: abstinência de amar.
De um amor tão sentido, mas por deveras incompreendido.
E sei ainda que ficarei a mercê do tempo.
Ouvindo um ruído na incompletude de minha forma.
Ouvindo um desfazer de conjeturas.
Sentindo essa abstinência de amar.
Amar sem nenhum pecado é também amar.
E assim me auto condenado a impulso dos meus sentidos.
Mas mesmo que a vida minha não me atenha a dela.
Não serei surdo e nem mudo em mim
Pois procurarei escutar o que me fala o meu coração.
E se esse desnível em inquietar, serei abstinente e até demente.
Sair de mim pra te procurar eu até já pedira às vezes que te dei em mim.
É como se fosse um amor em fuga, fungível volátil e insensível.
É um amor fungível, que escapa, esvai-se...
Algo que se completa com a presença física, o tato, o cheiro, o senso.
Os sentidos, mas percebo que não tenho nenhum.
Enquanto pensamento abstrato sempre te trás de volta ao meu coração.
Então vejo que não é só miragem.
É o mesmo riso de espectro.
E ao mesmo tempo desilusão.
Digamos, uma confusão de sentidos.
Ou nenhum deles, já que em mim não notas.
Vivo em mundos em que me pronuncio ao silêncio.
Mas quem me dera não te deixar sair de minhas abstrações.
E assim me alimentar do caldo desse amor incerto.
Que agora vagueia, mas logo vai embora.
Mesmo assim diz que vem voando me encontrar.
Eu sei que o que eu posso e não posso ter.
Mas sei que devo me esconder em meu próprio casulo.

Nilson Ericeira

Arari tem gente especial!


PENSAMENTO DO DIA: Não há nada nesta vida, pois mais atípico que possa parecer, que não haja previsão. Acontece que ainda carecemos de conhecimento humano, amor ao próximo e civilidade. E tudo tem a ver com a dignidade da pessoa humana. (Nilson Ericeira)

27/03/2020

Ideias nascem!


Prosperam, vivem... e até morrem.

Deste ambiente, da nossa casa em Arari, nasceram muitas ideias, outras resgatadas, muitas ainda não foram possíveis...
Ei sei que em tudo precisamos de inspiração!
Algumas nasceram, ganharam asas e existem. Obras indeléveis...


Porque eu gosto de você

Meu coração quer falar
E o meu ser a se animar
E o meu coração em batuques
Meu ser alumiar
De um amor que me contagia
E só me dá alegria
E, então, com a voz do meu coração querendo amar
Dou-te o meu ser com tudo que há
E te faço os meus ás de amar
Porque eu gosto de você
O meu céu todos estrelados com pontos de luz
O meu mundo é tudo que há
É a certeza de amar
É dia surgindo, o sol se escondendo, e eu a espiar
O rio que passa, é riacho é a bica e o verão
A chegado de um novo tempo no meu coração
É inverno, primavera, estações...
É o pássaro que bica a flor
E a essência do teu amor no meu coração
Por tudo isso e por mais
Eu espero na despedida e conto o tempo esperando voltar
O meu que gosto a degustar
É a minha vida e a certeza de amar
É pássaro que se mudou e foi te levar
A mensagem de quem nasceu para te amar

Nilson Ericeira

PENSAMENTO DO DIA: Devemos alegrar os nossos corações e compreendermos que a nossa felicidade e bem-estar não podem se originar no suor, na vida e no sangue das pessoas. Assim seremos fadados a uma sociedade de seres menores e maiores. (Nilson Ericeira)

26/03/2020

PARA REFLEXÃO: A quem interessa a nossa desunião? Pois antes de elaborarmos as nossas teses e defendê-las, deveríamos aprendê-las. (Nilson Ericeira)

Um ano sem Paulo César Ericeira de Sousa (PC Ericeira)


Não há despedidas de quem cuja memória é vida em nós

Há um ano fui acordado por um telefone que me deixara sem chão e, aos poucos, fora deixando o rastro de dor em todos os nossos familiares.
Lembro-me e não tenho como esquecer, por mais que me esforce. Pois naquele dia e noite de 27 de março de 2019, o nosso pai passara muito mal. E eu, por várias vezes busquei solução e contrição com Deus. E, num dado momento, fiz um procedimento que aparentemente lhe devolvera o sono de noites não dormidas há uns três dias. Declinei meu corpo sobre a cama como que pudesse descansar um pouco. Mas logo despertei pelo telefonema de Leãozinho que, igual a todos também o amava muito, pois por opção sua o consagrou como o seu padrinho.
... E, ali, retruquei como se quisera fosse um trote, uma brincadeira, um devaneio, uma informação errada ou coisa sem sentido... Mas não era, era o anúncio de que o meu irmão Paulo Cesar Ericeira de Sousa tinha falecido. Silenciei meu ser, meu coração partiu e eu não sabia como reagir. Não poderia ser verdade! Não era verdade, não tinha sentido... Mas me fortaleci em Deus para continuar repetindo do que me rasgou meu coração e combalia meu ser. Algo estranho como nunca tinha sentido. Aliás, perdemos... E não há como não chorar!
E de lá para cá buscamos o consolo em Deus, mas não o esqueceremos jamais. Pois nunca se esquece quem se ama! O amor não é apenas uma simbologia, mas uma certeza.
Mais uma parada para a minha mensagem – pois eu teria que comunicar a ida abrupta de nosso irmão Paulo César Ericeira ao nosso pai, que padecia há anos em estado vegetativo, mas que sempre correspondia ao chamado dele e respondia às suas provocações. Como fazer? Como decifrar o silêncio? Com que estratégias ou métodos? E de onde tirar forças? Meu Deus!Um dia, quase que imperceptível, observei que compreendera o chamado de Deus, momento em que uma lágrima declinou sobre sua face. Obrigado também meu saudoso pai Crecy por ter sido tão íntegro e justo com todos nós.E como nos dói essa dor que não tem cura, e como a presença do nosso irmão está presente em nossa vida! Como é difícil dissimular o que se sente! Querer consolar os outros quando se quer chorar e se derramar completamente. 
Meu coração por ti, oceano...
Minha mãe, meu pai, sua filha Paula Ericeira, todos os nossos familiares e amigos... Ninguém acreditava. A nossa Arari parou, muitos lhe renderam homenagens e lhe acompanharam pelas ruas da cidade... E não à-toa, após a sua morte, sofrera agressões covardes e cretinas, injustas e de extrema ingratidão. Mas isto não tem nenhum valor.
Aos gritos a nossa mãezinha Eliesita Ericeira, tão fiel a Deus e contrita, não aguentou o duro golpe da despedida de seu primogênito. Mas Deus é a palavra certa para conformar o coração de quem ama. “Meu amado, meu querido, nosso amado, nosso amigo Paulo César...” E assim bradávamos como quiséssemos que ele nos escutasse.
Arari perdeu um de seus ativistas político – com posições claras e bem definidas, perdera o poeta, o cronista, o empresário, um profissional vocacionado para a comunicação, uma pessoas que tinha grandes amigos entre os quais, nomeio o ex-prefeito de Arari Leão Santos e sua esposa Celeste Prazeres, em que mantinham uma amizade sincera e de extrema lealdade.
Mas temos compreensão de que a vida segue, mas em bom tom, agradecemos a todos que demonstraram extrema solidariedade com todos nós em momentos tão difíceis que passamos em 2019, contudo, somos conscientes de que a vida de todos nós pertence a Deus.
Os anos passarão, as pessoas passarão, mas o nosso amor por Paulo César Ericeira de Sousa se eterniza em nós em chamas vivas de amor e celebração.   

Eu sou gente


Gente com defeitos e virtudes
Com estéticas e feiuras
Aliás, desta última, no espelho
Mas não sou reflexo da minha face,
Do meu corpo frágil e do meu ser 'introspectivo'
Eu sou gente e gente que quer gente
Por vezes tento me olhar, mas não me enxergo
Sou uma mistura de coisas
Uns condimentos que me produzem e me temperam
Eu sou eu e a influência do mundo
Aliás, desde pequenino, disseram-me que interajo
Com o meio e com pessoas
Sentia as pessoas sem mesmo vê-las
Escutava no ser e no coração
Acho que por isso a minha ressonância nas coisas do mundo
E dessa gente passante...
Que assim como eu: passarão, passarinhos a voar...
Mas antes que me perca na imensidão, eu te digo, sou gente
Eu sei que pesar de meu sofrer, busco o visgo do amor
Assim como quem saber o que tem na essência dos outros
Hoje eu tive a impressão de uma tese
A tese única e mais verdadeira em mim
A de que a cada dia devo me nutrir das coisas boas das gentes
E assim, proclamar mim o que sinto, o que busco, o que quero
Eu só que ser gente e gente com dignidade
Pois a matriz, o melhor, o insumo

Nilson Ericeira





25/03/2020

PENSAMENTO DO DIA: A nossa maior ignorância não é desconhecer as coisas e os fatos como eles realmente são, mas ignorá-los quando temos certeza da nossa incorreção em erros, inclusive de opinião. Pois agindo assim, não somente demonstramos o nosso egoísmo, mas ratificamos a nossa prepotência. (Nilson Ericeira)

A fala da rosa!


Não negue a minha essência e nem me jogue sua toxina
Não me jogue o lixo
Não me faça faltar ar
Não, não me negue e nem me renegue
Deixe me viver e produzir essências de vida
Permita-me ser livre e refrescar com o vento dos tempos
Por favor, permita-me anunciar as estações
E em todas quero ser flor!
Quero em essências não apenas simbolizar o amor
Mas disseminá-lo pelo ar dos tempos
Com isso, eu te peço, não interrompa meu ciclo
E, com humildade, perdoe-me pelas vezes que tardei para te ver
E por não ter percebido também a tua essência humana
E sei que por vezes me nega até por vergonha de teus atos
Por isso te faz de lixo e me sufoca com as tuas atitudes
Eu quero viver e ser vida
Mas sei que nem todos escutam a minha voz
Pois sei que ela vem da natureza nua e livre
Enquanto te importa com a minha idade, com a minha estética
O tempo pode já ser outro, e não suficiente para te abraçar
E se eu pudesse te fazer um único pedido,
Eu te pediria para não me negar os abraços de que me proponho
É que eu sou carente de gente que me zele
De quem me quer apenas para embelezar seus canteiros
Chamar atenção com a minha formosura
Mas se esquece de me cuidar
E cuidar das pessoas, é cuidar de mim

Nilson Ericeira


O vírus, o vírus político, o viés...


Pouco tenho me pronunciado a respeito da pandemia que assola o mundo, o vírus coranavírus e a doença COVID-19. Faço isso primeiro por a mim e ao próximo, por entender que a situação é crítica, por está no grupo de risco e, por fim, por falta de conhecimento.

Mas tenho lido, assistido e escutado  sobre o assunto, mas apesar disso, não me sinto suficientemente abastecido de informação e muito menos ainda, preparado para publicar em sequência pôsteres que em nada nos acrescentam. O momento é de extrema responsabilidade de todos nós em todos os atos.
O Corona vírus causa a doença em voga, porém o vírus da desinformação ou das deformações por meio das mídias - redundância intencional -, haja vista a inclusão da mídia social, agrava a crise pois tende a desestabilizar as pessoas de diferentes idades e condições sociais. Mas o mais grave é a trava ‘política’ estabelecida num momento totalmente descabido.
Ao que tudo parece, o ringue está posto, mas antes não soubéssemos, bem antes da crise, que o Sistema de Saúde do Brasil é amplo, porém falho, deficiente e doente. Não se consegue nem imaginar os hospitais e postos de saúde públicos, que a maioria é superlotada e com deficiências claras, tendo ainda que absorver uma demanda iminente! Isto é muito preocupante e não há de se ter algum viés de que não seja a defesa da vida e da integridade das pessoas. Pois o direito à vida é indisponível e essencial.  Aqui em tudo se resume na dignidade da pessoa humana.

Letras de amar


Há alguma dentro do meu coração.
Algo que não consigo explicar.
Fazer poema e dizer amor amenizar sentimentos.
Imanências...
Há uma coisa muito forte no meu coração...
Há coisas e seres que me fazem ver, crer e sentir amor.
Há uns poemas teus em mim.
Há poemas teus em mim!
Frases feitas e muitas por fazer.
Pois ressoam de ti.
Graças a eles não morro por asfixia.
Mas se me quisesse, todo amor eu de daria.
Há alguma coisa que não sei dizer.
Há só o teu amor em mim.
Mas preciso decifrar essa emoção.
Pode ser paixão, pode ser amor.
Uns quês de amar!
Eu preciso te dizer do meu amor.
O quanto sofri com ausência tua.
É tanto querer que é o bastante para te dizer.
Te dizer deste meu amor que é só teu.
Mas há tantas coisas que nem sei dizer.
Acho que é amor e não só querer.
Pois não consigo controlar ausência tua.
Há alguma coisa diferente em mim.
Entendo ser o amor e esta  paixão.
Mas há enigmas em mim.
Entendo que deve ser essa chama acesa de um querer.
Quereres, dizeres, pertencimentos, argamassa no meu coração.
Pode ser até só uma faísca, ou uma fogueira que em mim acende.
Tenho tanta coisa pra te dizer,
poder ser que não saibas entender.
Meu soluço é de silêncio.
Minha pretensão é amar, apenas.
Ou melhor, te amar.
Mas sei que não omito esse querer.
Então, vou dizer amor para não desfalecer.
Plantar sementes desse amor na vida inteira.
Colher os frutos dessa paixão.
Nos canteiros da vida exaltar tantos dizeres.
Que são letras que me dizem do teu amor.
Que és a minha vida que me fala do coração.
De corpo e alma vou reproduzir esse querer,
essa alegria.
E, assim, curar-me, alimentar-me e esperar...

Nilson Ericeira

PENSAMENTO DO DIA: Aprendemos muito mais quando tiramos boas lições daS coisas vida, com as pessoas que já sabem e com as que não sabem, pois sempre dispostas aprender, mas sempre com elevado senso de humildade e respeito aos outros. (Nilson Ericeira)

24/03/2020

Vozes do amor


Algo que se guarda no coração.
Que se enxerga dentro dele.
E se encontra com seu próprio eco.
É ressonância e paixão percebida...
Algo que sai e que fica.
Que desperta e que nasce.
É uma flor, um jardim, uns espinhos.
É o riso, o só-sorriso,
Um aperto de mão, um abraço.
O abraço...
Uns abraços
É a noite e o dia.
É você bem menina.
Com sua face ingênua.
É o tempo e a vida.
A paixão, solidão, desejos, ilusões...
É esse aperto no peito.
E um grito contido.
Explosão de amar!
É esse olhar reprimido.
E a faceirice.
É o código da vida.
A junção desses corpos.
Agora a caixa do peito
Faz-me escutar tua voz.

Nilson Ericeira

PENSAMENTO DO DIA: As nossas diferenças não devem servir para nos afastarmos, mas para nos respeitarmos e nos amarmos ainda mais. (Nilson Ericeira)

Caminheiro do amanhã...


A alegria de ser e de me pertencer
De olhar e me enxergar
Mas não ser único
De não ser ilha e de me acocorar
E seguir sem me vigiar e sem ser vigiado
Gritar e me ouvir
Silenciar e me reconhecer
De ser justo na prática, no sentir, no direito e no devir
E me reproduzir em atos de solidariedade
E onde houver o amor, levar oração
Jamais me fechar em mim mesmo
Mas me descobrir todos os dias e me admirar de ser mais
Mas nunca passar da medida ao ponto de me achar melhor
Não camuflar as dores do Mundo e nem silenciar a minha voz
Fazer da minha escrita não só uma forma,
mas a própria denúncia do que não é justo
Não ser a medida, mas a ponderação
Poder falar de amor e paz a todas as gerações
E quando eu me for não ser substituído
Porém, em outras sementes, ver a humildade florescer
E seguir meio mudo quando a dor não puder calar
Mas nunca me omitir
E, então, seguir sempre disposto a servir

Nilson Ericeira

23/03/2020

O silêncio


Inertes ante a gemidos e dores estamos
Mas há muito o prenúncio
Cujas pretensões alcançaríamos o céu
Entes sem despedidas
Egoísmo acumulado e em estoque nada vale
Pois o mundo silencia diante de si mesmo
Ranger de dentes, horrores
Parecemos perdidos...
Ao lento e a deus dará
Até mesmo os soberbas dispensam suas coroas
Pois com vírus não vivem
Ainda se faltar o ar...
Não lhes faltarão vidas...
Ainda que neste dia o sol não saia
No outro se mostrará em luz!
Tomara que haja reflexões
E que as vozes sejam do coração
Em que nossos abraços passem a ser permitidos
Nossos sentimentos, sentidos
E que possamos ter calor e frios humanos
Com vida plena e sem preconceitos
Pois do amor se vive
E num outro dia, num desses lugares imaginários
Nos encontremos no amor
Mas enquanto assistimos a aflição do mundo
Passemos a nos enxergar em primeiro plano
Em que façamos das nossas diferenças motivo para nos amarmos
E esperarmos o outro dia na certeza de que a dor seja banida
E que o melhor sonho seja poder nos abraçarmos
E, então, caminharmos sem dor, sem ódio e sem medo

Nilson Ericeira

PENSAMENTO DO DIA: Ensinar aos nossos filhos da forma que nos foi ensinado não é apenas uma repetição de termos e atos, mas ensinamento maturado por quem nos amava de igual maneira e intensidade. (Nilson Ericeira)

21/03/2020

Pegadas...


Caminhei por muitos caminhos
E até descaminhei
Andei sozinho em meio a multidões
Bradei, calei, silenciei...
Subir nos montes e me fiz aparecer
Ninguém me viu
Desdenharam de mim
Deixei pegadas, aparam-nas com heresias, mentiras, hipocrisias
Mas continuei semeando minhas sementes do bem
Senti-me exausto e em sol em pino
Esnobaram do meu esplendor
E até dispensaram o meu amor
Puseram-me em prateleiras, usaram-me com peça de mídias
Encenaram-me em peças vulgares
Mas eu sempre te dei de meus ares
Te dei um céu de nuvens, um paraíso e vidas
Por vezes caminhei junto a ti, e não me deste as tuas mãos
Ainda assim de dei a minha sombra e mansidão do meu Amor
Continuaste a me espezinhar e me vender nas esquinas de tuas pretensões
Vendeste a minha melhor obra como se fosse tua
E ainda elevou o valor da salvação que eu te dei!
Banhaste-me em águas poluídas e me beijaste em reprodução de falsidade
Porém eu sou puro e te purifico com o meu Amor
Assim meu filho, eu peço que sigas as minhas pegadas que eu te faço luz
Pois eu guardo as sementes da multiplicação do amor
E te farei seguir sempre junto a mim

Nilson Ericeira

PENSAMENTO DO DIA: Em tudo que nos acontece, devemos tirar boas lições, inclusive de nossa igualdade e diferenças, pois nunca deverão servir de motivo para nos distanciarmos. “Nilson Ericeira”

NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA

20/03/2020

Texto para alguma reflexão - Apesar dos pesares!


Apesar da angústia destes tempos de isolamento social, precisamos refletir e tirar boas lições, sem, contudo nos descuidarmos de nossas responsabilidades conosco mesmos e com os outros, afinal, mesmo que em isolamento, não somos sós.
Apesar de tudo, a vida para grande parte da população continuará e temos previsão do será e do que virá no amanhã. Penso que numa seletividade imposta pela natureza, os mais pobres e os mais vulneráveis padecerão mais.
Penso ainda que palavras melosas e românticas têm pouca ou nenhuma compreensão aos meus ouvidos. Repetidores de textos ou mesmo de cifras sagradas não ecoam a partir da ótica de tolos. Eu sei que não hora de censura, pois mesmo os que se dizem experts em determinados assuntos, falham quando falam do que não sabem. E isto se deve a vários fatores, mas inegavelmente pela falta de visão para seus atos. Pois vejo com muita tristeza os que sem que se enxerguem, mostram-se como lâmpadas do mundo!
Há muitas medidas sendo tomadas que, embora sendo necessárias para boa parte da população, não contemplam a todos em diversos cantos desse país. Há casos e casos! Pois, infelizmente, ainda existem milhões de pessoas onde o direito não chega e a justiça social tarda. Imaginem só o nosso Sistema de Saúde Pública que, apesar de ser universal, é capenga, isto para não usar uma expressão mais real. Que Deus tenha misericórdia de nós!
Apesar dos pesares, e toda a preocupação que devemos ter com o momento, e isto se agrava a cada instante, é só olhar para os nossos estados vizinhos. E que tal se nós tivéssemos a capacidade para olhar o nosso próprio cenário?  

PENSAMENTO DO DIA: O amor e o respeito definem as relações, pois e um e outro devem se coadunar, ao tempo em que encontramos respostas que antes não tínhamos. ‘Nilson Ericeira’

O equilíbrio e a razão devem sempre caminhar juntos

19/03/2020

A-feto


De que disporás de abraços
De que me recomendas distância
Se antes provoca-me desejos
E por que razão me consumo
Decomponho-me em partes e até dilacero
Puno-me com ausência tua e me ponho em carências
E por que me negas em aparências se teu coração denuncia
Teu ser me anuncia
Pede-me em contrição de amor
E se é por afeto, mesmo que distante, hei de te amar
Pois do que me vale viver sem o teu amor
Se a minha vida em ti, afeta
Sem ti, só pereço em buscas
Mas se me impuserem distância, ainda assim te sinto
É que nossas marcas são de afeto
E de um sentimento sóbrio de que imagina
Silencia e produz versos só pra ver se engano o tempo
Já que de ti não me disperso
Prefiro viver de amor e a-feto
a fingir e me enganar a mim próprio
Uma vez que só do teu amor me nutro
E desses abraços sentidos e imaginados
Antes que a noite venha e eu sozinho
Viva a delinquir em outros sonhos e devaneios
Porém só do teu amor precise...

Nilson Ericeira

OAB/MA SOLICITA SUSPENSÃO DE PUBLICAÇÕES E DOS PRAZOS PROCESSUAIS NA JUSTIÇA TRABALHISTA ATÉ QUE SEJAM CORRIGIDAS INSTABILIDADES DO SISTEMA PJE-CALC

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Maranhão (OAB), por meio do Ofício OF OAB-MA Nº 009/2020-GP, solicitou ao presidente do TRT 16ª Região, Américo Bedê Freire, para que seja expedida resolução suspendendo tanto as publicações, quanto os prazos processuais na Justiça Trabalhista desde o dia 11/03, no Sistema PJe-Calc até que se tenha uma solução definitiva da instabilidade geral do sistema causada por sobrecarga dos dados, como forma de evitar mais prejuízos à advocacia maranhense e aos jurisdicionados.
Desde a instalação da versão 2.5 do PJe-Calc, a OAB Maranhão vem recebendo diversas reclamações de advogados e jurisdicionados relatando a indisponibilidade/instabilidade do Sistema o que tem dificultado a realização de Operações no PJe-Calc que vão desde a consulta de advogados a processos do seu acervo e de terceiros, bem como a anexação de documentos por advogados,servidores, peritos e magistrados.
“É um problema sério e que tem causado prejuízo à advocacia e aos seus clientes. Essa instabilidade do sistema PJe-Calc impede, por exemplo, que os advogados acessem documentos e andamentos processuais. Em função disso e de outras questões é que estamos solicitando à Corte Trabalhista que suspenda tanto as publicações quanto os prazos processuais desde a data que foi identificada a má funcionalidade do sistema”, explicou o presidente da OAB Maranhão, Thiago Diaz.
Dentre as falhas relatadas à Seccional da Ordem, além da falta de acesso ao sistema, estão também dificuldades de protocolo de petições devido a erro no reconhecimento da assinatura digital, lentidão do sistema durante os horários de expediente forense, atraso e/ou cancelamento de audiências e sessões de julgamento por causa da instabilidade/indisponibilidade do sistema, atraso em despachos, dificuldades de desbloqueio de contas e bens e demora na expedição de alvarás.
A OAB Maranhão requereu, ainda, em seu ofício, que o TRT 16ª Região promova investimentos em seu setor de TI e em seu parque tecnológico como forma de evitar futuras sobrecargas no Sistema PJe-Calc.

Fonte: http://www.oabma.org.br/agora/noticia/oabma

Do baú da minha vida!


Na Seduc,ainda um Foca, aliás, ainda sou. Compondo a Ascom/Seduc, com o saudoso Cícero Alves, meu amigo e colega jornalista, e outros colegas, compondo a Assessoria de Comunicação.
Nesse dia, comemorávamos o aniversário de Diniz, um dos melhores fotógrafos que eu conheci. O tempo passa, mas a gratidão e o amor pelo que fizemos juntos ficará para sempre.
Por esta e outras razões tenho um apego sentimental à Seduc do Maranhão.
Dignidade e amor ao próximo eu também aprendi com muitos colegas dessa instituição que guardo em mim.

Blog do Jornalista Nilson Ericeira - Usina de Ideias.

PENSAMENTO DO DIA: Antes de sermos de direita, de centro de esquerda, de lado ou de qualquer ângulo, somos humanos, mas ainda assim, temos o direito a opções. Pelo menos nisto deveríamos nos respeitar. (Nilson Ericeira)

18/03/2020

2ª fase do XXXI Exame de Ordem tem data alterada para 31 de maio


A Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado decidiu alterar para o dia 31 de maio de 2020 a aplicação da prova prático-profissional do XXXI Exame de Ordem Unificado. A segunda fase da prova seria aplicada no dia 5 de abril, mas diante das recomendações emitidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e considerando a caracterização do coronavírus (COVID-19) como uma pandemia, a OAB entende que o adiamento para 31 de maio é necessário para auxiliar na diminuição da propagação do vírus, bem como garantir a proteção da saúde de todos os inscritos na prova.
Outras providências a serem adotadas e demais informações referentes ao novo cronograma serão divulgadas posteriormente pela Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado.
Confira aqui o comunicado oficial assinado pelo presidente da Coordenação Nacional do Exame de Ordem e secretário-geral da OAB Nacional, José Alberto Simonetti.

segunda-feira, 16 de março de 2020 às 16h25

A coisificação das relações III


Não deveríamos ‘coisificar’ as nossas relações, ou seja, tratar as pessoas como se objetos fossem. Sentido em que alguns objetos e até outros animais passam a ter mais afetividade que os seres humanos. É bom pensarmos e refletirmos sobre este tema, pois a ausência de amor nos prejudica e nos torna pessoas solitárias, mesmo que acompanhados estejamos.
Eu sei que todos conhecemos pessoas que parecem que não dão importância a outras pessoas, ou mesmo porque só lhes sobra tempo para agradar os seus convenientes, àqueles que, no momento, estão lhes patrocinando algo interessante!
‘Coisificar’ o outro como se objeto fosse, enxergando-o como um ser desprovido de sentimentos. Trata-se de uma relação estéril, sem vida e por vezes, de enfeite. Só serve para compor um cenário ou mesmo para nutrir aparências. Acontece, porém, que a vida tece o seu tecido e transforma em malha e depois desencadeiam outras relações. Sentido em que chega a um determinado momento em que todos precisamos uns dos outros e precisamos de alguma maneira sentir e demonstrar que somos seres humanos humanitários.  
Desta maneira, não somos obrigados a dá coisas, presentear pessoas, abrir mão de nossos direitos, ser submisso e outras coisas mais, mas precisamos amar as pessoas na forma de seres propensos para o bem. É que, às vezes, algumas pessoas imaginam que só nos aproximamos delas para pedir, para que satisfaçam nossas necessidades, mas nem todos somos assim. Com isso, surgem as relações estanques, em que não nos permitimos nos conhecer e tirar o melhor das pessoas.
Sem receitas, sem formulas ou clichês, devemos amar as pessoas.

PENSAMENTO DO DIA: O amor é o nosso canteiro regado e irrigado todos os dias com a esperança de novas sementes, cabe-nos nutrir os nossos corações com bons sentimentos. (Nilson Ericeira)

16/03/2020

Encanto


Encontro Amor diante de ti.
Apenas...
Só a tua voz me persuade.
Somente a teu apelo
Me dobro...
Só em teus olhos
Me espelho...
Somente a teu coração
Escuto...
Só em teu encanto
Encontro rimas...
Somente em teus gestos
Encontro Paz...
Só em teu caminhar
Encontro sentido...
Somente o teu silêncio
Me ensina...
Só em teu sorriso
Sinto Alegria!!!
Somente em tua boca
Tiro o mel da vida...
Só na tua vida
Tenho encontrado razões
Para resignar e lutar...
Só no teu encontro
Me encontrei com os outros.
Mas,
diante ti, sou pequenino demais.
Mas incondicional é meu amor por ti... 

Nilson Ericeira