27/11/2018

Quando o egoísmo fala mais alto


Da série: Porque gosto de escrever
Sabe-se que a vida é uma competição e que podemos competir sem alijar pessoas. Este é um processo natural e inevitável, porém precisamos, até para o nosso próprio crescimento, respeitar as regras do jogo e não ser injustas.
Mas há quem paute a sua vida na vida dos outros e se escorando ou mesmo fazendo de escada para os muros de que projeta. Não falta gente com esse perfil e que ainda se vangloria de ser ‘um vitorioso’. É que esse tipo de gente não aprendeu outra coisa a não ser bajular e rastejar. Arrasta-se com a habilidade do repteis e camufla com a mesma intensidade. É um animal em mimetismo com a cor da floresta que lhe convier.
Eu penso às vezes que como podem dormir àqueles que fazem o mal a pessoas pelo puro prazer de quererem desestabilizar os outros e ocupar funções de prestígio. Penso ainda de como é o sossego de suas consciências! Como podem encontrar sono! Mas sei que vivem tranquilos como se nada fizessem, pois entre outras artimanhas, aprendem a lidar com suas façanhas como se fossem atos normais. É como se fossem praticantes de crimes comuns ou criminosos contumazes. O que gera hábito sem que haja punição, ou seja, gera impunidade, passa-se por normal.
E, acrescento mais, contra valores e imoralidades não devem servir como insumos de educação que tenha como objetivo a justiça. Precisamos ficar atentos a pessoas que só pensam em si próprias e se consideram verdadeiros ‘deuses’ e que aumentam o seu grau de narcisismo quando encontram quem lhes façam sombras.

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