02/08/2017

Nossas preferências



Temos o direito de termos nossas preferências: os amigos com quem nos unimos, no amor com quem nos relacionamos, a gratidão por quem nos abraça, a vida com quem nos alinhamos para formar uma família...
De outra forma, os injustos adoram pessoas baixas e vis, impiedosas e frias. Neles há afinidade: pessoas estéreis gostam do convívio com pessoas coisificadas. Anda que discordemos ou até tenhamos ojeriza a determinados comportamentos que não julgamos humanos, deveremos respeitar, pois é uma opção.
Sempre caminharemos num paradoxo, uns bons e outros maus. Os bons são mansos de coração e não usam de artimanhas para se apoderar de nada.
Os maus são coveiros que se regozijam ao enterrar os que apelidam de ‘amigos’. É que por necessidade, falta de instrução ou mesmo por esterilidade. Há um profundo sentimento da pessoa maligna em assistir à desgraça alheia.
As pessoas boas são desinteressadas no ter e não agem por conveniência: são amigos verdadeiros, com quem podemos contar sempre independente das circunstâncias.

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