08/08/2017

Nossas escolhas certas e erradas somos nós quem fazemos



Vivemos numa sociedade de disputas e excludente. E por acaso queiramos ocupar um lugar ao sol, precisamos lutar de forma justa e honesta. Este é princípio de toda a relação que se quer harmoniosa que nos impõe pelejas.
Não há como conquistarmos bens materiais e até imateriais sem uma luta justa e consciente, porém vivemos numa sociedade capitalista e há, desde o princípio da vida, a necessidade de vencermos naquilo que almejamos. Isto não implica que destruamos pessoas com mentiras ou outros artifícios ardis, mesmo se percebendo que não são poucos os que agem de tal maneira para se dá bem de alguma forma.
A honestidade e a desonestidade andam dentro de um antagonismo tão bem demarcado que uma é a negação da outra. É comum ver-se pessoa desonesta se lamuriando pelos cantos ou mesmo se encobrindo no que puder e o tempo de sombra que for conveniente, porém é notória a felicidade da pessoa honesta no dia a dia de suas relações. É que a consciência tranquila traz entre outras coisas a felicidade e a liberdade. Pois a sociedade é formada pelos seus órgãos de coesão, repressão e ideológicos. Com isso, para termos a felicidade plena temos o dever de nos comportar como pessoas humanas, honestas, justas e conscientes.
A pessoa desonesta não somente se expõe, mas os outros e, além disso, o mais grave é a sua exposição e dos outros não lhe cria demérito, vergonha, ou coisa equivalente, pois é desnudado de valores. O desonesto é desnudado de valores.
Com mais este texto, espero servir para alguma reflexão na relação dos homens uns com os outros e, principalmente, para que aprendamos cada vez mais a nos respeitar nos valorizar no que podemos, porém sempre buscando o valor social agregado em todas as nossas relações, que é a honestidade.

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