06/08/2017

CASO E DESCASO II


Avenida I do Jardim América, do lado direito do acesso à Janaína e mais à frente à Cidade Olímpica, uma via das mais movimentadas, mas não tem sinalização de trânsito, aliás, aqui é uma desordem em que o que voga é o ego e esperteza.
Na Cidade Operária não há ordem, o Poder Público não existe nem mesmo para pequenas coisas, muito menos tem a preocupação em ordenar atividades que são de obrigação ou do Estado ou do Município.
Não placas indicadoras de sinalização, não há semáforos nos cruzamentos, não há faixas verticais e horizontais, não guardas de trânsito, não há gestão.
Até a operação tapa-buracos é ineficiente e lenta não chegando as principais avenidas e ruas do Conjunto principal e muito menos ainda as ocupações que o margeiam.
Só para que se tenha uma ideia da desordem, há pouco mais de dois anos, alguns retornos foram fechados, ainda assim, motoqueiros e motoristas de maneira geral, passam por cima dos meios fios, tiram os cavaletes e passam como e tudo isso fosse normal.
A fora a buraqueira que tem tirado a paciência, cuja quebradeira dos automóveis poderia ser objetivamente culpa do Município, não há um guarda em lugar nenhum.  
Sugestão – o Estado e o Município deveria viabilizar um plano de ação para salvar São Luís do descaso, da omissão e da má gestão.
Isto por que não falei da Feira da Cidade e as outras feiras que vão se formando no próprio conjunto e no entorno, os espaços públicos que estão sendo ocupados como terra sem lei (bem empregado). Com isso, aumenta a possibilidade de contração de doenças, aumenta a produção de lixo e exige-se melhor saneamento básico de forma geral. A título de exemplo, a feira central necessita urgente de uma reforma geral, bem como as vias que lhe dão acesso.

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