12/07/2017

Sei lá!


Sei que já calafetei, calafetarei...
Mas sei que topadas eu dei.
Sei que empecilhos venci.
Sei lá se provo logo desse doce veneno.
Sei lá se ainda irei te encontrar.
Sei lá daquele abraço matreiro.
Sei lá se ainda sentirei tua essência.
Sei que te guardarei para sempre.
Sei que é osso que aperta.
Sei que é afeto de quem sabe amar.
Sei lá desta vida que levo.
Sei que é enigma que deverei desvendar.
Sei lá por que sou tão diferente.
Sei é doença, é demência.
Sei lá!

Nilson Ericeira

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