27/07/2017

Reintegração do amor



Às vezes eu não sei do que me valho.
Se dos alfarrábios que montei ou de histórias minhas.
Se de umas histórias que passei e outras que inventei.
Mas uma coisa eu sei que é verdade,
eu pintei você em quadros no meu coração.
E fiz exposição em mim de coisas tão lindas.
Fiz canteiros e virei um sementeiro de amor.
Ainda lembro-me muito bem quando eu colhi aquela flor.
Era a simbologia desse nosso amor.
E com a tinta que restou, pus um céu com as estrelas e tudo que há no horizonte.
Com certeza é de ti a luz que mais brilha em mim.
É que eu bebi do amor na tua fonte.
Outras vezes fico a pensar que já caminhei por tantos caminhos.
Porém eu sempre quis construir amor no nosso ninho.
Apesar da distância eu crio asas de amor e de esperança de um dia me cruzar nesse destino.
E outra vez pintar você em mim, com poesias ou mesmo em textura.
Quero te dá o amor maior do mundo e ver feliz a cada segundo.
E quando outra vez pensar em esculpi e sinal que teu amor eu possuir.
Mas eu pensar que já sei do que me valho, quero em gotinha de orvalho.
Pois vou plantar e regar esse amor no coração.

Nilson Ericeira

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