03/07/2017

A essência da vida solidária



A vida se renova todos os dias no querer e dizeres que brotam do coração. O amor se consolida na certeza de que somos constituídos de razão e emoção.
Eu prefiro acreditar que as pessoas nascem para serem boas, honestas e cultuarem valores do bem, mas mesmo assim, há os que preferem se conduzirem pela ceifa do mal. Estas, ao contrário de quem semeia as sementes do bem, num dado momento, serão enlameadas pelas coisas ruins que plantaram. É a lógica.
Do mesmo modo, é compreensível que as pessoas boas de coração não precisam exercer o papel que é das instituições, pois as tem por natureza servir a todos ou a maioria por meio de políticas pré estabelecidas. Podemos exercer o nosso papel de ser solidário exercendo o papel mais bonito do ser humano que é sentir a dor e o sofrimento alheio. Mas tudo isso acontece voluntariamente e dispensa publicidade! A não ser que façamos com objetivo de futuras colheitas! Ainda assim não se explica. Já ouvi alguma coisa assim: fazer o bem e não olhar a quem.  
A essência da vida solidária é o amor. O presente vem por ocasião, pois toda vez que presenteamos alguém com objeto que facilita a sua vida (ainda bem que acontece isso), não podemos esquecer que o Estado falhou. As instituições de caridade, de beneficência ou comunitárias existem pela falha do Estado. Mas ainda bem que existem!
Escrevi sobre este tema porque gosto de escrever, porém sei que não são poucos o que não concordam comigo, mas ainda, assim tem o meu respeito. Para concluir, num desses mesmos aforismos, compreendi que é mais fácil fazer graça com o que não lhes custa nada.

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