04/06/2017

Palavras e atitudes nos levam a ser justos e bons



Conciliar a nossa fala com nossas atitudes não depende só do nosso ser em matéria, mas do que sentimos, daquilo que nosso coração sente e pede para fazermos. E isto não depende plasticidade ou estética, mas de sentimentos que nascem e maturam em nós tornando-nos seres humanos justos na essência e preparados para servir.
A nossa fala tem que ser a transpiração do nosso coração e condimento de nosso ser. As nossas atitudes devem corroborarem sempre para o bem. Este é o sentido que nos torna felizes e de bem com a vida. E quantas vezes não nos sentimos machucados no coração e na alma por não podermos não somente dar alguma coisa a alguém, mas e principalmente, por não termos forças para mudarmos determinados estágios em que elas se encontram!
Aliar nossos discursos as nossas práticas se não resolvem tudo, mas pelo menos nos mostram no espelho de nossa dignidade. Quando, em algum momento, a nossa atitude leva algum pai ou mãe a não alimentar seus filhos, ou mesmo, lhes proporcionar abrigo e outros direitos sociais, eu penso que não seremos e nem teremos tranquilidade na nossa fala, pois somos cobrados por nós próprios nos tribunais de nossas consciências.
É velho ditado de que as aparências enganam, mas nem sempre isto é regra ou fórmula, porém precisamos ser justos e solidários com todos, principalmente quando Deus nos dá a possibilidade de em servindo, melhorar a vida das pessoas.
Assim, que sabe, conciliaremos a nossa fala o mais possível a nossos atos.

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