04/06/2017

Ementa



Julgo-me um caçador de palavras tento atribuí-las semânticas que possam contribuir com a sociedade. Nesta empreitada, não sei se por idade ou experiência, tenho observado mais o espectador que a própria cena. Há os que em rindo dos outros, riem de si mesmos de suas tolices e besteiras. Mas não se pode negar a inteligência com que certos agem. Pois é evidente que vivem de uma aparente vantagem.
Quantos amigos temos que nos ajudam a ser melhor? O que aprendemos com os outros? Há alguma vantagem em agir como um ser sem importância, um elemento neutro? Por que alguns fazem tanta questão da nossa presença? Por quê outros maquinam contra nós?
Digo-lhes que devemos nos questionar sobre estas e muitas outras coisas na nossa vida. E, ainda, procurar compreender que pessoas negativas não nos fazem bem. Só para lembrar, quem ainda não conviveu (se é que é possível) com alguém que em sendo negativo deixa o ambiente contaminado? Eu sei que às vezes essas pessoas nem têm culpa disso, mas não podemos nos transformar para pior por influência de quem quer que seja.

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