16/06/2017

A sociedade do medo


Todos lutamos para ter uma vida melhor e ter um certo conforto do ponto de vista material. Não como negar, todos ou quase todos somos assim. Desde bem cedo, nossos pais nos ensinam que temos que estudar e trabalhar para que um dia, no futuro tenhamos uma vida melhor.
Quando assim se expressam estamos disseminado os aspectos positivos da vida. É como se estivéssemos incutindo valores. Não obstante, alguns de nós trabalhamos uma vida para conseguirmos determinados bens. Não precisamos e nem devemos nos apegar a eles, mas para algumas pessoas que se esquecem de seus atos e prestam atenção mais na condução da vida dos outros, é como se tudo que conquistamos tivesse caído do céu.
E se não bastasse esse agouro ou mal olhado, ainda vivemos numa sociedade muito violenta em que somos vítimas do Estado que nasceu para nos tutelar, mas que tem falhado e se tornado a cada dia mais fraco.
Não conseguimos ficar nas paradas, nas praças, andar nas ruas com tranquilidade. Não conseguimos ir e vir do trabalho sem que sejamos acometidos de medo, um sentimento geral hoje em dia.
Eu sempre me reporto a este tema com o dizer de que a violência não nasceu de geração espontânea, porém do que nos fora apresentado durante anos. Será possível que o pagamento dos nossos impostos, as nossas garantias fundamentais e outras  ditas inalienáveis e intransferíveis, como o direito à vida e à liberdade não possam ser restabelecidas com plantios de ações concretas ou mesmo no caso da privação da nossa liberdade, com políticas públicas eficazes!  

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