21/04/2017

Fio a fio a sociedade é a condutora de nossas relações



Todos temos muitas preocupações nas nossas vidas. A vida social nos impõe situações das mais diversas. Conseguimos transmutar nossa preocupação para outras pessoas. Socializamos nossas ações em torno do querer bem com nossos filhos, com a nossa família de maneira geral e com os nossos amigos. Isto é natural, mas não pode ser único e excessivo.
Porém os homens públicos não podem estabelecer nichos e guetos redunde a este ou aquele de sua preferência. Há de se preocupar com todos.  É exigência de um mandato (procuração) e exigência de probidade.
Mas, enfim, a teia social é complexa, vivemos nela sempre a puxar fios condutores que podem nos levar a muitos lugares, porém, em determinadas situações, podem nos levar para o abismo. Por isso é preciso repensar sempre nossas atitudes.
Assim, temos o dever de nos autoanalisarmos mesmo quando agimos com a mais nobre das intenções. É que há em nós uma tendência natural de nos protegermos e salvaguardarmos apenas quem e o que nos interessa. Dessa forma, é bom que tenhamos cuidado, pois o excesso de zelo e proteção com pessoas de nosso ciclo pode gerar egoísmo.
Desculpem-me por estas mal traçadas linhas, pois eu juro que se descobrisse outra ação que eu gostasse mais de praticar, até experimentaria, e, talvez, me saísse um pouco melhor.

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