12/03/2017

O homem não é o lixo dos genocidas




Têm sementes aqui embora em terra quente,
pois o coração é depositário do amor e umedece nossas intenções.
O homem não pode ser objeto do lixo irracional de genocidas,
embora ouçamos os rugidos raivosos dos lobos da incompreensão.
Há ainda um pouco de bebida,
é água que sacia a nossa sede.
Mas não mate os Rios e a florestas...
Não se esconda de si mesmo, pois não há por quê.
Os porquês da vida são mais importantes que os da morte.
Matar pessoas é tentar criar peixes fora d’água.
A minha sã mente cristalina te quer sarado e amado.
Sem as barbáries do terror.
Sem o ardente fogo que nos destrói pela nossa ganância incontida.
O amor de Deus é generoso, portanto, que não sejamos paradoxais ao levar a mensagem.
Mentir enfeia a conduta humana!
Escutar a voz do coração é entender para que e por que existimos.
Não devemos nos permitir mecanizados e estéreis.
Fomos feitos para ser bons e livres.
Todos temos sementes dentro de nós.
Não devemos permitir prisioneiros de hipocrisias.
Precisamos romper com quaisquer perturbações que nos diminuam.
Por vezes anda conosco, indexais ao nosso ser.
O respeito ao outro é uma forma de conquistarmos a igualdade.
Ser livre não é fazermos sempre o que desejamos, mas respeitar a todos.
No funil de meu ser não encontro respostas para a ignorância.
Mas eu guardo ainda dentro de mim umas sementes e quero dividir.
Pode ser contigo ou com alguém que não sei onde está.
Não se permita reciclar nem mesmo por um discurso volátil.
Pois o homem não deve ser lixo de si próprio.
Matar e matar-se só muda os sujeitos do crime.
Enquanto isso o fogo queima, o veneno mata.
Mas podemos guardar as melhores sementes.
Basta que reguemos com o amor dos nossos corações.

Compadre Robrielle

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