20/02/2017

Viver e não ter vergonha de ser feliz



Conforta-me saber que tenho uma história e vida de que de nada me envergonho. Conheço muitas pessoas que souberam se conduzir da mesma maneira. Eu sei que isto nos dá um conforto de espírito que só quem sente sabe o prazer.
Aliás, nem todos podem sentir prazer de sua condição de vida, pois sujaram a sua história e com pouca possibilidade de limparem, pois nem todos sofrem de amnésia ou de alguma outra doença degenerativa que leve à perda de memória. É bom que não se exponham, pois por na vitrine o moralismo de que não dispõem, certamente poderá funcionar como jogar areia em ventilador.  Ainda assim, com um pouco de inteligência ou de massa cinzenta poderiam até aproveitar e prevenir súditos, agregados e desvairados a não se bulirem muito na lama, pois dizem que quanto mais mexem mais fede.
Certamente pessoas de bem e de boa índole não costumam se deixarem persuadir por vozes ocas e circunstanciais ou convenientes, pelo menos isso é que se espera.
Por falar em valores, eu às vezes fico pensando como um pai pode educar um filho e esconder a sua desonestidade com as outras pessoas do mundo? Nua radiografia imaginativa, eu acho que deve haver crateras enormes na sua consciência.
Os honestos não haverão de ter vergonha de sua honestidade. As pessoas cuja radiografia moral lhes dão baliza para a vida não haverão de serem afetadas pelas ondas da desonestidade.  E, dessa forma, sei que somos orgulhosos de pertencermos a uma geração que levou muito a sério os ensinamentos de nossos pais, amigos, professores e outros familiares. Sentido em que ser digno é a nossa maior lição.
A mídia nos têm emitido uma onda diária de noticiários violentos e que violentam as pessoas que ralaram para ter uma vida melhor por meio do trabalho e do conhecimento mesmo enfrentando todo o tipo de dificuldades, mas que conseguiram sair do funil da exclusão. E o pior, agora, submetem-se a ajudar pagar a conta da corrupção nacional.
Este texto, assim como todos os outros que produzo, não tem o objetivo de agredir, tampouco hostilizar, mas contribuir e despertar pessoas valorosas que se sentem desvalorizadas. De outra forma, repudiar aqueles que, em se agarrando nas tetas dos Estado, objetivam lucro fácil e, com isso, denigrem a imagem, a conduta e a moral alheia.  

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