27/02/2017

Quem te viu, quem te vê, quem te fez...



Com a prerrogativa de jornalista tenho o dever de noticiar, analisar, descrever, escrever, opinar, admirar-me e, entre outras, a de não deixar morrer a capacidade de me indignar. Esta faz parte do exercício de cidadania e algo que nos traz de volta para a política social.
Tenho percebido que quando o tecido social se organiza e se faz protagonista da história, logo caem por terras verdadeiros ‘imortais’. Não acredito em mudanças milagrosas, assim como não dou crédito a maus feitores, e da mesma forma que não cedo os meus ouvidos a criar mais rugas com ecos de velhas falas.
Velhos moribundos ‘políticos’ de esquina, locatários de siglas partidárias, mantenedores berçários de animais de peçonha (leia-se inoculadores de venenos), que aparecem na piracema da política, na verdade maquinam e maquiam ‘articu-lações’ e disseminam o que eles próprios autodenominam de bombinhas que têm como fim específico é difamar, caluniar, desonrar e injuriar pessoas de bem. Mas que pretendem finalmente? O Poder: boas posições de destaque não se importando com os métodos e meios e sim com o fim.
Se no nosso lado de cá esta prática não existe, dessa maneira teremos que excluir o parágrafo a que alude tais discrepâncias e camuflagens. Caso do lado de lá exista a nociva prática, é sinal de que não existe verdade única e que muitos são os supostos ‘líderes’ que estão há anos luz de serem lideranças servidoras.
Nesta reflexão, chego a pensar que existem ou, se não existem, mas de uma coisa pelo menos eu tenho certeza, é que às vezes damos vidas a heróis sem nenhum caráter!

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