31/08/2013

Arari dos atuais, de ontem e de sempre



Arari em nossos corações é igual água que corre em nosso rio, igual a caminhos que cortam nosso Município, igualmente as veias que ligam nosso corpo. Arari, horta de colheitas do amor, nos corações de filhos teus, ligações vitais. Tudo muito semelhante às veias que ligam nossos sentimentos de amor.
Arari precisa de gestos de cidadania por parte de muitas autoridades. Arari precisa de gente que ajude gente. Cresce no meio do campo e ganha contorno na beira de igarapés e Rio que nos alimentam, não com os mesmos peixes, mas por alguns que insistem em corredeiras diblando águas de esgoto e venenos outros.  
Hoje externo o meu protesto de amor, mas não com o ranço dos hipócritas, e nem poderia ser, pois não me permito, mas com o furor dos que enxergam. É preciso amar nossa cidade, ela fica no Maranhão. É do Brasil, da América, do mundo, do planeta Terra, de uma galáxia. Mas a que me encanta é a fonte de amar. Arari que vivemos, viveremos... de sempre.
Arari de nossos irmãos, fonte de nossa vida, de nossos textos, do nosso caminhar, de nossas orações, do caboclo, da terra... Ah Arari!
Vi-me em ti e de onde não saio, condição de minha existência. Onde corremos ruas, brincamos nas mesmas ruas e que agora são avenidas em nós. Avenidas de saudades para muitos que se foram, ou que por um motivo tiveram que dizer até logo. Talvez se vejam agora num reflexo deste espelho.
Servir Arari é igual acolher a nossa família, com uma diferença que esta é uma família de cerca de 30 mil filhos. Eu lhes peço: políticos não fujam de Arari.  Nosso município não só se alimenta em três meses... Arari é eterna. Tenho plena consciência que outros irmãos ararienses sentem iguais sentimentos, iguais lembranças, querer e desejos iguais e podem muito melhor dizer.
Colhi esta mensagem de uma semente muito fértil e que está regada de amor em nós: a semente de Arari. 
Nilson Ericeira

30/08/2013

O dia da justiça justa e dos homens honestos

Ordenar a sociedade é com certeza uma das maneiras de não se permitir que o caos ou que o dito estado paralelo predomine sobre o Estado constituído. Caminhamos para um mundo em que não somente precisamos de leis mais severas para combater o crime, mas que o estado possa fazer valer disseminação de igualdade por meio de políticas públicas. Está muito mais do que batido de que precisamos de uma política cidadã de estado.
A violência que nos atinge direta ou indiretamente é resultado de malversações, desvios, enfim pelo malogro do benefício fácil e o enriquecimento meteórico que muitos são acometidos.  Isto gera realmente um estado desigual no meio de estados violentos que passa a prevalecer. “Viva isso”! Assista a isso nos telejornais, nas outras mídias eletrônicas, conviva com isso... Todo esse efeito tem com certeza sua causa. Não dá para escamotear. Embora insistam intencionalmente de dizer e nos fazer crer o contrário.
Vários fatores contribuem para que tenhamos um mundo desigual, No caso do Brasil, parte-se do princípio que poucos são os que, em comprovado o dolo, devolvem os recursos cujos prejuízos mesmo que devolvessem, não mais devolveriam vidas. Porém, é certo que injustiças são celebradas quando acusamos pessoas sem prova materiais e a condenamos mesmo antes que seja dado veredicto. Existem muitos casos no Brasil que pessoas perderam tudo, inclusive a estima, vítimas que foram de sensacionalismos. Isso é real, mas precisamos ter zelo com a sociedade a que pertencemos. Registre-se que anos de domínio em qualquer sociedade gera gânglios, dissemina venenos sociais cujos antídotos não são suficientes. Não acredito que todo malefício de uma sociedade violenta seja apenas porque as pessoas tenham a índole ou predisposição para tal, mas acredito que muitos dos fossos sociais gerados são pela inoperância de gestão.
Não podemos perder a fé e a esperança de que chegaremos a uma sociedade menos violenta e logo alcançaremos uma cultura de paz. Não devemos desacreditar nos mecanismos de controle sociais quando estes trabalham com isenções e não familiarizam suas relações. Numa sociedade democrática como a do Brasil muitos dos males poderiam ser evitados se nosso olhar político fosse diferenciado. Todos precisamos da política em nossas vidas.
Temos que cada vez mais fortalecermos a nossas instituições, pois a elas não cabe o legado de maus ocupantes. Essa não é a natureza política de estado e muito menos de nação. Olhar para o próprio umbigo como se fosse o único de uma aldeia é certamente de um egoísmo e preconceito sem precedentes.
Quando falamos de justiça neste contexto não estamos nos referindo a sua organização na sociedade, mas da natureza por que fora criada e para que. Por que foram criadas instâncias de decisões na justiça com percursos de direito até a exaustão? Compreendemos que para ser justa unicamente. Pensamos igualmente que não nos referimos ao conjunto de leis que definem a formação do Estado, mas sua concepção de servir o homem para que alcance da felicidade. Um dia, quem sabe, chegaremos a um país com um formato humanístico em que se respeite o homem como seu principal ocupante e cumpridor de papeis sociais relevantes para a segurança do Estado.
Justiça só tem sentido se equânime. O Estado só tem sentido se justo, acolhedor, agregador e patrocinador do bem comum a todas as classes. A divisão de classes por si só já estabelece uma discriminação, mas esse é um assunto para depois. Então, ofereço um pouco das minhas convicções.




Visão de amar.


Por um instante vi igual miragem você chegar.
Mas ainda vi uma lágrima rolar.
Vi partir, partiu meu coração, feriu, deixou-me.
E vi saindo lentamente e nem voltou pra me curar.
Curar desse mal de amar cegamente.
E ainda carregar na vida ilusões, sonhos, elucubrações...
Vi, vi-me alegre, logo me vi triste.
Não me vi, muito menos enxerguei.
Rosto dominado, vi apenas lágrimas.
Me vi por um instante no céu de um amor sem limites.
Amor inconstante, incessante, derramado, alagado no coração.
E sair tentando me enxergar.
Vi você!
E esculpi poemas com bases, vigas de amor.
Então, despediu-se para nunca mais.
E desceu lentamente sobre meu rosto uma única lágrima.
De adeus!

Nilson Ericeira
Robrielle

29/08/2013

Arari presente no Seminário de Educação


   
O prefeito de Arari, Djalma Melo, acompanhado do secretário de Educação, Nilson de Jesus Sousa, e do secretário adjunto de Educação, Marcelo Santana, participaram do II Seminário Educacional de Cooperação Estado e Municípios.
O Seminário aconteceu no auditório Fernando Falcão, na Assembleia Legislativa, dia 29 de agosto, em dois turnos, e teve entre outros objetivos, o de propor estratégias para o fortalecimento entre a União, o Estado e os Municípios, na perspectiva de garantir o direito à educação para todos e a superação das desigualdades locais e sociais. Também serviu para que fosse apresentado o novo cenário do PAR Municipal tendo em vista a superação das fases de diagnóstico e de elaboração, culminando com a consolidação da fase de análise.
Muitos assuntos inseridos do PAR, ações de rotina das secretarias municipais, estreitamento entre as relações institucionais também eclodiram na discussão.
Arari se fez representar e cumpriu todas as demandas do PAR, inclusive já está sendo agraciado com demandas.

A alegria de encontrar amigos – Parte II


Cultivei bons amigos durante os tempos de minha convivência. Muitos deles com atributos que me ajudaram na minha formação. Tenho absoluta certeza que é a soma de várias qualidades que se constrói um amigo.
Hoje participei do Seminário de Educação promovido pelo governo do Maranhão. Não obstante, pus-me a escutar atentamente as instruções que nos foram passadas, da mesma forma escutei a fala de vários técnicos e secretários da secretaria municipais de Educação. Confesso que, para um ex servente, é uma emoção rever amigos que conquistei na Seduc. Passei muito tempo da minha vida ali dentro, estudando, escutando, aprendendo com erros e acertos. Hoje mais uma vez vi-me literalmente abraçado. Eu mesmo me abracei.Sinto-me contemplado pela generosidade de Deus.
Dito isto, repito que os amigos são alicerces em nossas vidas. Sinto-me eternamente grato pelos que ainda param e contemplam o milagre! Milagre de antes, um menino pobre, hoje chegar a esse importante cargo: o de Secretário de Educação de meu município. Para mim isso me honra ainda mais, assim como tenho consideração e apreço aos que me ajudam e me ajudaram a construir este cenário. Os caminhos foram apontados por Deus, eu apenas estou passando por eles. Por isso quanto mais amigos eu ganhar em meu coração, mas feliz me tornarei. Penso que um pássaro solitário ou preso não tem a mesma melodia de quando se junta com outros de igual felicidade.
Este espaço é dedicado hoje a todos que me ajudaram no decorrer do tempo. Contei um dia desses que um ser humano especial, certa vez, convidou-me a ir almoçar todos os dias na casa dele. Fui uma única vez, por excesso de humildade e esquisitice minha, não fui mais.  Mas guardo esse gesto da mesma forma que guardo com carinho muito especial tudo que me fora oferecido por Deus para que me moldasse e aprendesse somente a fazer o bem.
Deus é magnífico. Nasce em nossos corações a todo os instante. Precisamos nos preparar cada vez mais para amar os nossos irmãos. Receber as pessoas respeitando suas diferenças é uma receita do amor, mas nem todos estamos preparados.