27/03/2013

FRASE DO DIA

"Ha´sempre um mundo novo a ser descoberto quando se está aberto a descobertas"

25/03/2013

A busca da felicidade e o paradoxo egoístico



Tem muita gente complicando a sua própria vida. A razão de nossas vidas está em Deus. Não devemos nos molestar, uma vez que os problemas existem e são para serem enfrentados.
O homem é um animal social e não consegue viver sem seus semelhantes. A nossa tendência é a socialização quando procuramos nos agregar uns com os outros. Já os que não se agrupam, não se socializam, não se agregam tendem a animalização. Isto é regra.
Só o convívio social modifica o homem. Ainda padecemos por falta de agregação política principalmente. Têm ocasiões que nos parecemos selvagens. Assemelhamo-nos a monstros. Tudo isso se soma a falta de amor, amor ao próximo e ausência de Deus.
Não padeça por falta de apreço a sua vida. A nossa vida é um milagre de Deus. Devemos honrar este presente. Devemos amar as pessoas. Ninguém consegue se isolar em mundos egoísticos, materiais e estéreis.
A única solução para o desamor é a busca permanente da harmonia. Todos somos falhos e nunca seremos perfeitos. Um dos principais desafios da humanidade é a convivência com e nas diferenças. Uma pergunta fica em aberto: por que amamos os ditos iguais e rejeitamos os diferentes? Nossa indiferença tem nos matado todos os dias. O mais íntimo que há em nós brota do coração.

24/03/2013

Palavras que dizem, gestos que demonstram, atitudes que nos dominam



O correto é não subestimarmos as pessoas. Temos a mania de estereotipar, achar, deduzir...  Complicamo-nos com nossas consciências quando fazemos de nosso juízo um tribunal. À mercê do egocentrismo somos melhores, mais belos, perfeitos! Ainda bem que Deus nos mostra: têm situações que nos igualam. Alguém já prestou atenção quando um meticuloso chega ao hospital. É gente! Nada de diferente. Quando somos chamados desta para outra. E assim, são muitas as demonstrações de que de nada vale apena nos imaginarmos melhores que os outros mortais. Nada mesmo.
Sempre paro para pensar em pequenos gestos, pois há pessoas que muitas vezes nem lhes damos tanta atenção, mas que nos dão verdadeiras lições. Tenho pautado a minha vida a me dedicar às pessoas. Conheci e conheço pessoas que me alegram. Neste especial estágio da minha vida tenho aprendido muito com pessoas que não conhecia, ouvia falar. São artífices de novas construções...
O que pensamos que sabemos só tem valor se servir para ajudar a mudar a vida de pessoas de uma comunidade. Quem escreve, por exemplo, não escreve só para si. Quem trabalha, trabalha para todos. Quem ensina, aprende e ensina se é que é possível ensinar. Quem morre, morre em seu único corpo, ninguém morre no corpo do outro. Isto para demonstrar de que muitas pessoas necessitam enxergar-se para, em se enxergando, enxergar os outros.
Tenho medo de ser seguido em meus pensamentos e reflexões (devaneios, aforismos, ilações), pois assim como posso estar certo do que emito, posso também estar completamente errado. Eis uma preocupação que me rodeia. Escrevo para mim e para todos com o intuito de servir e contribuir com um mundo melhor. Tem uma fase da nossa vida em que devemos refletir mais, ouvir mais e falar menos. Escutar mais é uma bela lição para os que não sabem.  Eu sei que o silêncio muitas vezes diz mais que um turbilhão de sons. Na vida nem sempre os sons da fala são iguais aos sons do coração.
A insubordinação dos pretensiosos até dura, mas quando cai: espatifa, derrama sua moral no recipiente de suas próprias hipocrisias. Eu conheço muita gente boa, mas conheço as que precisam ser curadas e, se assim não acontecer, vão continuar prejudicando pessoas justas.
Fiz do pensamento a letra e desta as palavras, forme um tecido que em outros tempos poderá ter menos valor ainda. Só tenho certeza de uma coisa: que estes textos nascem em mim iguais ao meu sangue e com os mesmos desejos que sinto de saciar minhas fomes.

Nilson Ericeira

Homem máquina



 
Que maquina dia e noite e indiferente suja o mundo e as relações
Que nem se acorda para o mal que prolifera
Que não se preocupa com o que é justo e muito menos injusto
Que nem se dá conta de sua ignorância
Que não se encontra em si mesmo
Disso nem se importa
Que não perde sono com a dor dos outros irmãos
E nem consegue desperta em si próprio do envenenamento
Que destrói o Planeta e chama isso de progresso
Que nem se preocupa se os bichos morrerem
Que não se consome em gases no ar...
Homens maus, objetos de seus próprios instintos
E nem precisei das academias para ver meus irmãos morrerem
De fome, falta de ar...
Que tristeza!
E que homens que se atolam em suas próprias besteiras
E ainda fazem festas em festejo tribais
Homem máquinas que maquinam sua própria desgraça
Os rios poluídos e risos podres dessas bestas
Mas que homem é esse?
Que nem se preocupa com seu próprio futuro!
Nilson Ericeira
Robrielle

20/03/2013

A extrema unção do amor e os desafios da educação



Antes de assumir a Secretaria Municipal de Educação de Arari, trabalhava na Seduc de servente a professor. Passei por Mestre de Cerimônia. Teve até um tempo que me chamavam de Severino, não sei os porquês.  Ali estou desde bem moço ainda. Construir fecundas amizades para a vida ineteira. Passei por vários setores, corri estrada e escutei quem sabe e quem não sabe. Fui protagonista e vítima. Ajudei e fui ajudado. Descobri talentos os estimulei. Há os que reconhecem e existem os ingratos. Por ser jornalista e ter opinião, alguns me perseguem (aí a conta é bem cara, geralmente pago por quem se esconde). Disto aprendi o que é realmente ser fraco: tirando de mim forças que me espantam. 
Em todo trabalho que já realizei tentei me dedicar ao máximo. Penso que aprendi alguma coisa. Hoje um desafio se impõe em minha vida, parece intransponível. Entendo que a frente pela educação deve ser composta de forma bem participativa. Os entes e a sociedade têm e de participar de forma coletiva. Uma verdadeira união de esforços. Assim, possamos sair de algumas situações muito difíceis, as quais não são apenas deste tempo, mas se arrastam por muito tempo. Temos feito uma itinerância nas comunidades. É preciso amar as pessoas. O meu combustível tem sido Deus que me motiva a ter paz, paciência e perseverança, resignação. Não se deixa uma luta no primeiro combate. Nosso oxigênio é o amor.
Muitas pessoas generosas, inteligentes e preparadas têm ajudado Arari neste momento. Posso citar alguns, como Joelma Braga (ser humano que conhece a educação de Arari), Anderson, Júnior Ribeiro, Flávia, Janaina, enfim, dos ASGs a todos os professores, coordenadores e supervisores da rede de ensino de Arari. O que posso dizer de um grupo fechado para o bem da educação de Arari. Sei que numa batalha, alguns são os que não resistem e ficam, outros mesmo cambaleando insistem, muitos sãos os que sobrevivem e chegam... Ainda assim, sabe-se que nem sempre chegar ao final significa vitória. Não são poucos os que se agarram nesta corrente. Somam esforços (há uma liga entre nós), mas nem sempre, em poucos dias, redamos situações de anos. A estrutura da educação de Arari tem que mudar, partindo da sua organização interna até a percepção geral de rede de ensino. Já enxergo bem o contexto, preciso de tempo, recursos, tranqüilidade e mãos e mentes que se juntem num só objetivo. Parte disto eu já me apodero. Ninguém faz educação sozinho. A revolução da educação tem gritos, brincadeiras, recreação, alfabetização, partilha, angústia, alegria, crescimento dos atores e amor, principalmente. Este é o principalmente insumo da educação. Sem amor, muitos ficariam no meio do caminho ou até mesmo antes da partida.
Deveríamos ter mais tempo para compartilhar saberes, mais ainda esbarramos na ausência de estrutura digna, com raríssimas exceções.
Todos os dias acordo mais motivado. Divido pouco ou diminuo por menos a angústia a que tenho sentido. Omito com auto-indiferença. Como quem não aceita ser nocauteado no primeiro round. Nunca tinha sido invadido por um sentimento assim: o de fazer pelos nossos irmãos ararienses, ajudá-los num vislumbre de futuro promissor. Nas nossas visitas às escolas tenho me emocionado com nossos pequenos ararienses.
 E sigo a esperança de que com muito esforço já termos mudado alguma situação. 
E para fragmentar mais o texto ainda, digo-lhes quem um dos prinpais defeitos do homem é ser bajulador. Em praticando, perde a sua essencia moral.Uma das principais virtudes é a sua integridade moral. A moral do homem é a sua verdadeira radiografia. Todos devem e podem pensarr diferente e ter outrtas definições. 
Estamos construindo uma escola em Picos, com recursos do FUNDEB, estamos reparando situações insalubres, conquistamos construções e reformas, construção de quadras, ganhamos computadores, receberemos mais um ônibus e outras ações pontuais. Não estamos parados, mas eu sei que é pouco. Caso não sejamos tragados pela passagem do tempo, avançaremos e no sentido plural de enxergar, perceber e fazer. Faremos muito mais! 
Entendo que estamos escrevendo uma nova história na educação de nossa gente. Não se trata de o desejo de uma pessoa, mas de um querer coletivo. Mesmo sem a paixão política que me movia antes, nunca mais me farei ausente nas questões da educação arariense. Aqui plantamos nossas melhores sementes, criamos os nossos filhos e nos despedimos de quem mais amamos. O nosso dever é coletivo. É nosso, e aí eu sou egoísta, só nosso, o amor que sentimos por Arari.
Eu não sou dono da verdade e não acredito em verdades absolutas ou defendidas por monólogos. Na liberdade não cabe ditames. E entre o ser e não ser, prefiro acreditar que esse momento de extrema dificuldade vai passar e que logo, ali no horizonte há conquistas iminentes.
E por que acredito em Deus e sem Ele seria uma (besta), que Deus nos abençoe.  
Nilson Ericeira

Coração mudo



Tanto tempo faz
Que eu não sei de sua vida
Tanto tempo faz
Que nem sorrir para mim
Tanto tempo faz
Que omite este sentimento tão bonito
Tanto tempo faz
Que não olha nos meus olhos e me diz e o que sei
Tanto tempo faz
Que sinto falta de você
Tanto tempo faz
Que recusa, mas aceita as verdades do amor
Tanto tempo faz
Que não escuta o coração
Tanto tempo que ausente de mim
Faz-me sofrer...
E que tempo é esse que mascara amor
Verdades íntimas, sublimes...
Rasga-me e igual a um furacão
Devora-me
Que no noutro tempo eu possa receber esse amor
Em enxurradas de amor
E que você nunca sofra o meu sofrer,
Cale o meu dizer
Mas queira o meu querer
E noutro tempo de amar em encaixes perfeitos
Sobrevier-me em paraísos de amor
Um amor assim: que dispensa tempos
E conjuga o tempo de amar
Meu coração me diz que é amor
Num coração mudo.
Nilson Ericeira
Robrielle

18/03/2013

É amor...


 
Esse código, essa voz...
Esse amor nesse tom.
Esse rosto e seu corpo inteiro.
Que parido por ti dou-te meu ser.
Por alguns minutos apenas.
Quando sei que tens uma eternidade em mim.
E esse amor contido, escondido.
Que mesmo tímido não consegue disfarçar.
E por que tens a voz que meu coração escuta.
E o olhar que meu ser quer enxergar.
O jardim que quero semear.
As flores, o vento a brisa, o ar...
Minha vida!
És a semente que quero plantar amor,
Amor verdadeiro...
E nesse amor ser feliz, muito feliz.
Eternamente do teu lado escutando teu coração.
Obedecendo às ordens do amor.
Que eu sei são imperativos do coração.
Meu amor, ser especial que me oxigena no corpo e na alma.
Sacias minhas angústias e dores e me traz de volta ao oásis
De ti...
Eu sei que é um sentimento tão bonito que nem consigo dizer.
Apenas sentir,
É amor...

Nilson Ericeira
Robrielle