22/10/2017

AÇÕES EM ARARI


Arari em destaque

Imagem histórica em que o prefeito de Arari Djalma Melo, o vice-prefeito Álvaro Jardim, o ex-secretário de Estado Marcio Jardim fizeram pleitos importantes para o nosso Arari.

Ações em Arari


VITÓRIA DO MEARIM



Há atitudes que são nossas, mas que são impulsionadas por pessoas especiais



Na vida sempre temos momentos em compreendemos que as coisas não dão certo para nós e tudo que tentamos realizar não conseguimos e se conseguimos não sai exatamente da forma que desejávamos.  Mas isso acontece com todos nós. Todos temos dificuldades e nem sempre realizamos o que desejamos. Há vários fatores que influenciam para o sim e para a negação do que pretendemos, assim como existem os que nos impulsionam e nos fortalecem. É que alguns fatores dependem exclusivamente de nós próprios: o interesse é um deles.
E sempre externo em nossos escritos que nas nossas relações o amor é que lubrifica a engrenagem, permitindo que tenhamos paz e saibamos compartilhar nossos sentimentos e aspirações. Quando estabelecemos metas e nossas vidas, antes temos que nos reconhecer na nossa insipiência e, a partir daí, buscarmos à superação.  Pois, numa sociedade excludente e preconceituosa, somente os preparados e obstinados terão lugar ao sol, mesmo com a constante refuta de uma elite favorecida que nos quer cada vez mais alheia às oportunidades.
No contexto de minhas ilações, declino que há uma luta primeira deve ser a que a pessoa tem consigo própria no sentido de que estabeleça objetivos para a sua vida. É que o que é mais fácil também é efêmero, não se solidifica pela conquista. Logo, o que caíra do céu como o mais correto corre ao vento e esquecido no tempo.
O que realmente eu quis dizer na minha redundância peculiar é que todos temos que abdicar de certos coisas e estabelecermos com responsabilidade um planejamento para que alcemos voos possíveis. Esta é a conversa de que não podemos tergiversar e nem deixar para depois.

PENSAMENTO DO DIA: O aprendizado é constante por isso mesmo que estamos sempre aprendendo, desaprendendo e retroalimentando nosso ser na nossa persistência diária de nos tornarmos pessoas melhores úteis. (Nilson Ericeira)

21/10/2017

Pensar, refletir, pensar...



A nossa luta jamais será individual, monologa e egocêntrica, mas a luta pelo que é direito de todos. Vivemos numa sociedade global, em que todos em algum momento e por alguma razão se relacionam, em que um fator depende do outro, as crises não são específicas!
Mas apesar de tudo que vemos e sentimos, sofremos e perdemos, é na Política e na Democracia que encontraremos outros caminhos dissemelhantes à escuridão posta. Isso implica que sejamos mais conscientes e críticos. Não podemos absorver à teoria do balde e muito menos tragarmos de sentidos abaixo as informações que bombasticamente nos submetemos sem que, façamos juízo delas.
Felizmente a saída reside em partidos políticos, na democracia e nos homens que os constituem. A regra não é jogar o jogo pelo julgo das generalizações. O estrago moral feito por alguns não pode fazer com que tire a nossa convicção de que nem tudo é igual e nem todos agem da mesma maneira. Por isso, é necessário que continuemos buscando alternativas dentro do processo posto e nunca perdermos a esperança de que é possível transformar cenários, principalmente o humano, em que pese a minha opinião, depende de cada um de nós e de todos.
A regra e a exceção devem ser postas sempre. Achar que é normal o que convém para alguns é simplesmente esconder-se em igual conveniência e egoísmo. A sociedade não é representada apenas por corruptos, por malfeitores, por desonestos. É que é preciso analisar os discursos produzidos e saber decodificá-los.
A saída é a democracia cada vez mais plena, o respeito às instituições e o repúdio a deformação. Cada um tem o momento de expressar com maior vigor o seu repúdio, assim como de ratificar o grito sufocado pelo que nos envergonha.
Entretanto, como instrumento de mudança, acredito que devemos fazer parte de uma geração que precisa ler mais, escrever mais, pensar mais e, sobretudo, votar melhor. Ou não? Não podemos reproduzir discursos como se fora nossos, pois isto sim, prova de que ainda precisamos nos alfabetizar em muitos assuntos.