18/08/2017

A PREFEITA DE VITÓRIA DO MEARIM, DIDÍMA COÊLHO, FOI RECEBIDA PELO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO, DELEGADO JEFERSON PORTELA

Acompanhada do Procurador Geral do Município Dr. José Sampaio de Matos,
A prefeita de vitória do Mearim Dídima Coêlho foi recebida pelo Secretário de Segurança Pública, Delegado Jeferson Portela, oportunidade em que entregou em mãos ofício requerendo mais segurança para o município de Vitória.
As reivindicações da prefeita são no sentido de que a Secretaria de Segurança destaque efetivo policial para o povoado Coque, aumente o número de policiais na sede e disponibilize uma viatura policial para a Delegacia de Polícia Civil do município.
Com efeito, o município sofre com a ação de marginais que praticam toda espécie de crime, o que vem deixando a população insegura. Sensível ao problema, o Secretário Jeferson Portela se prontificou em atender o mais rápido possível o pedido da prefeita.
Em nome da população vitoriense a prefeita Didima agradece a forma gentil e cavalheira com que foi recebida pelo Secretário de Segurança, certa, também, de que a partir deste encontro, firmou-se uma parceria entre o município de Vitória do Mearim e o Estado do Maranhão através da Secretaria de Segurança, visando à tranquilidade dos vitorienses.


Autofagia

Algo que te devora e nem te espera nascer.
É algo lá fora te esperando ver crescer.
É algo que te faz brotar o amor dentro de ti.
Algo que te faz sentir.
E que te dá o riso.
É algo que te faz lembrar o tempo de amar.
Que devora e te corrói igual moinho.
É que te faz de ninho.
E que igual um passarinho quer saber voar.
Algo que te aquece e que te faz lembrar.
Que te enlouquece de ainda te dá razão
É algo que devora o teu coração.
E essa semente da gente, a semente de amar!
Então, vou esperar maturar esse amor em mim pra te oferecer.
Antes de eu morrer quero ser autofagia.
Só pra não morrer de vez.
Pois aos poucos poder plantar a semente de amor em mim.


Nilson Erieira

PARA REFLEXÃO SE COUBER: A nossa felicidade depende de nós e dos outros, pois não existe sem cobertura humana. Por isso mesmo é uma ação a ser conquistada. Reside na dinâmica das relações que nos faz poder sentir mais perto ou mais longe. (Nilson Ericeira)

PENSAMENTO DO DIA: Uma das mais difíceis missões é a do julgador, pois muitas vezes comete os mesmo atos de que condena nos outros, age de igual forma e, ainda assim, afora-se de justo, honesto e probo. (Nilson Ericeira)

O amor pode ser transformado em ação de cidadania



Um dia destes, conversando com um amigo de admiração recíproca, dissera-me que entendia que eu demonstrava preocupação com o que acontece com mundo e especialmente com o nosso Brasil. No que ratifiquei tal impressão dele e ainda falei de algumas inquietudes.
É verdade que vivemos num país em que a corrupção nos envergonha a todo o momento e somos mal representados. Isto é muito claro em nós. O que faz com que os Poderes nos humilhassem. Porém, nessa esteira, acrescento um pouco da nossa alienação presente em atitudes, regado por um orgulho e egoísmo que às vezes nem desejamos nos separar. Acontece, nesse mesmo sentido, que vivemos em sociedade, em que uma ação nossa atinge o outro, mesmo que nem sempre tenhamos a intenção. E a questão de nossas escolhas políticas certamente é uma delas.
Mas não temos fórmulas acabadas e prontas para as situações que surgem. Ainda assim, entendo que a democracia brasileira, embora capenga para certas situações, nos possibilita oportunidades de mudanças. É que temos uma inclinação pela estética e às aparências enganam. Nem tudo que parece ser a verdade é a verdade de fato. Existem autoridades que não se vestem de roupas, mas de estética. E para conhecermos um hipócrita basta que convivamos com ele por algum tempo.
Outro aspecto é que há uma crescente desumanização das relações que, na minha modéstia opinião, é provocada pelo menos por três fatores: a comunicação eletrônica e digital, a certeza da impunidade e principalmente a ausência de Deus na vida de muitas pessoas. Com isso há um inegável destemor à justiça, descrença nas instituições e uma crescente negação a Deus. Pois quem crer num Ser salvador de todos não comete barbárie e não deixa pessoas desoladas. E quem se enxerga na condição de cidadão não tira o pão da família, não engana, não dissimula, não mente.
Devo chegar a uma conclusão, a de que o que não desejamos para nós e quem nos rodeia, da mesma forma,  não devemos querer para os outros. Enxergar a outra pessoa na sua condição social é um dever de todos nós cristãos. Amar não é apenas uma palavra e nem alguns gestos fabricados, mas um sentimento que se transforma solidariedade.
Desta forma, entendo que precisamos amar o nosso irmão como amamos a nós próprios. E, para finalizar, eu pergunto a um e a todos, será que alguns gestores tem coração? Têm amor próprio? Pois amor pelo próximo eu sei que demonstram não ter.