27/03/2017

A maior decepção que se pode ter com alguém não é com quem se tem certeza da radiografia moral e performance, cujas práticas são perceptíveis, mas com quem você não espera. (Nilson Ericeira)

Recomposição



Essa junção em partes são histórias de minha vida
Feridas que a vida fez!
Cicatrizes que não passaram
mas que não fez cessar amor
Podem ser decomposições de que nem mesmo eu sei
Inquietações, estações em mim...
Inquietudes e virtudes...
O que eu sei é que umas eu não sei contar
e outras são histórias de amar
Mas dessas coisas é que junto os pedacinhos de mim pra te oferecer
E fazer nascer o que é chama em mim
De um pedacinho do que passei eu me transformei
Pra sempre ser melhor,
centelha de esperança no meu coração
Amor e fogo ardente do meu coração
É o meu ser em recomposição
E distribuir sementes da multiplicação
E se eu novamente me recompor sempre vou te dá amor
Seja onde for eu vou distribuir as sementes do meu coração
E por tudo que passei eu posso te garantir que hoje eu sou bem melhor
Juntei-me do nada e me fiz pra te fazer feliz
E não me permito escapar o que sinto no meu coração,
pois eu sei que é amor em forma de unção
E nesse fragmento, me reinvento com tudo que fiz
Te darei o céu dos meus encantos e, mesmo com feridas,
retomarei a minha sina de amar.

Compadre Robrielle




Prefeitura de Vitória do Mearim trabalha firme na recuperação de estradas



A exemplo da recuperação da estrada que dá acesso ao povoado de Japão, onde trabalhadores e máquinas continuam no local para quaisquer emergências. Iniciativa que tem como objetivo o bem-estar dos munícipes.
Nesse sentido, a prefeita Dídima Coelho determinou que um grupo de trabalhadores com máquinas e caçambas permaneçam no local para a realização de serviços de recuperação da estrada em trechos danificados em razão de fortes chuvas que caem neste período.
Os trabalhadores estão de prontidão para, tão logo surja uma situação crítica, resolvam o problema.

PENSAMENTO DO DIA: devemos ter cuidado e precaução com o que dizem e até demonstram algumas pessoas, pois entre as pessoas de boa índole e conduta há as que falam por falar cuja prática é paradoxal. (Nilson Ericeira)

25/03/2017

Mas qual é a medida certa?



Sempre que escrevo o faço por alguns motivos que julgo especiais para mim e para algumas pessoas. Entretanto, sempre reforço a ideia de que não tenho conhecimento suficiente para defender alguma tese, mas sempre assumirei quaisquer ônus da opinião emitida. Neste caso não será diferente.
A motivação alegre que a escrita me dá junta-se à leitura de alguns assuntos que penso que tenho alguma afinidade. É assim: ouvi, ver, escrever e, às vezes enxergar, têm sido uma prática na minha vida. Porém não me julgo melhor e nem pior de que ninguém, sinto pena dos rogados e pretensiosos, até aqueles que sabem criticar com contumácia, mas se esquecem da autocrítica. Sim, olhar-se, escutar-se, observar-se...
Como vivemos numa sociedade preconceituosa e excludente, não são poucos os que julgam por aparência, etnia, raça, credo, ideologia, se é alto ou se é baixo, se é gordo ou magro! Estes que usam das suas próprias unidades insipientes para medir os outros, podemos chamá-los de ignorantes, parasitas, portanto, improdutivos. Mas os que valorizam as pessoas como elas são e se juntam a elas para superarem possíveis diferenças, estas são dignas de respeito.
Ainda não paramos para pensar o tanto que desrespeitamos as pessoas e às vezes isso passa a ser o nosso natural, tanto é que se incorpora ao que temos como valores. A forma insipiente e gélida passa a ser a regra!
Os valores que agregamos durante a nossa vida são repassados pelos nossos pais, familiares e outros amigos. Os desvalores a vida se encarrega de fortalecê-los como instrumento de Poder e ao mesmo tempo de destruição. Aprendemos em reiteradas aulas da vida que devemos ser sempre humildes e respeitar a todos. Num parêntese desconexo, eu diria que existem muitos buscando autoafirmação em coisas voláteis! Em busca de uma felicidade inalcançável.
Há algum tempo ‘temos’ percebido que a honestidade serve apenas de pano de fundo para alguns. Ser desonesto tem o mesmo grau de perversidade que qualquer outra atitude marginal! É só parar e pensar um pouco. Quantas pessoas não morreram, quantas vidas não foram destruídas... E ainda conseguem dá risadas de rasgar a boca!
Na dosagem certa cada um de nós podemos tornar o mundo bem melhor a partir de nós próprios, confirmando o que aprendemos com correto, ético, justo e honesto. Não devemos nos admirar dos que conseguem bens materiais de forma ilícita. Não há por que admirar uma pessoa que age contra o coletivo. Tenho percebido que a carne é fraca e podre.
Eu sei e compreendo que há muito mais ações que podemos trabalhar para que não caiamos no que é mais fácil é melhor. Afinal, o que desejamos que os outros façam tem que partir primeiro de nós próprios. Ou não é?